BRASÍLIA (Reuters) - O governo federal anunciou nesta segunda-feira um corte adicional de 577 milhões de reais no Orçamento de 2011, o que eleva o valor do contingenciamento para 50,7 bilhões de reais.
'O novo ajuste foi resultado de alterações em parâmetros macroeconômicos, comportamento da arrecadação no mês de fevereiro e previsão de reajuste da tabela do Imposto de Renda em 4,5 por cento', afirmou o Ministério do Planejamento em um comunicado.
O corte foi anunciado no Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas. Em fevereiro, o governo já havia determinado um contingenciamento de 50,1 bilhões de reais no Orçamento para 2011.
Segundo a pasta, houve uma redução da receita total em 1,2 bilhão de reais, decorrentes da previsão menor de arrecadação, diminuição da projeção de pagamento de dividentos por estatais e a redução na expectativa de arrecação de outras receitas.
Devido à alteração no valor das receitas administradas, o ministério reduziu em 678,2 milhões de reais as transferências a Estados e municípios.
No relatório, foram mantidas em 5 por cento as estimativas de crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) e da alta do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano.
segunda-feira, 21 de março de 2011
OMS alerta sobre 'séria' radiação nos alimentos no Japão
TÓQUIO (Reuters) - A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse nesta segunda-feira que a radiação nos alimentos após o terremoto que danificou uma usina nuclear no Japão é mais séria do que anteriormente imaginado, eclipsando sinais de avanço na batalha para evitar um derretimento catastrófico nos reatores.
Engenheiros conseguiram conectar cabos de energia a todos os seis reatores do complexo de Fukushima, 240 quilômetros ao norte de Tóquio, e ligaram uma bomba de água em um deles para reverter o superaquecimento que desencadeou a pior crise nuclear mundial em 25 anos.
Mais tarde alguns trabalhadores foram retirados de um dos reatores mais seriamente danificados quando uma fumaça emergiu brevemente do local. Não houve nenhuma explicação de imediato para a fumaça, mas autoridades haviam dito anteriormente que a pressão no reator 3 está aumentando.
Também foi vista fumaça no reator 2.
O sismo e o tsunami de 11 de março deixaram mais de 21 mil mortos ou desaparecidos e custará 250 milhões de dólares a uma economia já combalida, o que representa o desastre natural mais caro do mundo.
O chefe da agência atômica da ONU disse que a situação nuclear continua muito séria, mas que será resolvida.
'Não tenho dúvida de que esta crise será superada eficientemente', declarou Yukiya Amano, diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) em uma reunião do comitê de emergência.
'Vemos uma luz para sair desta crise', disse uma autoridade do governo japonês citando o primeiro-ministro Naoto Kan.
Mas as notícias de progresso na usina nuclear foram eclipsadas pela preocupação crescente de que partículas radioativas já liberadas na atmosfera tenham contaminado fontes de alimento e água.
'Está claro que a situação é séria', disse Peter Cordingley, porta-voz do escritório regional do Pacífico Oriental da OMS sediado em Manila, à Reuters em uma entrevista por telefone.
'É muito mais sério do que qualquer um pensava nos primeiros dias, quando achávamos que este tipo de problema pode estar limitado a 20 ou 30 quilômetros... é seguro supor que uma parcela de produtos contaminados tenha saído da zona de contaminação.'
Ele disse entretanto não haver evidência de que alimentos contaminados oriundos de Fukushima tenham chegado a outros países.
Fukushima é o pior acidente nuclear do mundo desde Chernobyl, mas há sinais de que seja bem menos grave do que a tragédia ucraniana.
'As poucas medidas de radiação relatadas nos alimentos até agora são muito mais baixas do que ao redor de Chernobyl em 1986, mas o quadro total ainda está emergindo', disse Malcolm Crick, secretário do Comitê Científico dos Efeitos da Radiação Atômica da ONU à Reuters.
Engenheiros conseguiram conectar cabos de energia a todos os seis reatores do complexo de Fukushima, 240 quilômetros ao norte de Tóquio, e ligaram uma bomba de água em um deles para reverter o superaquecimento que desencadeou a pior crise nuclear mundial em 25 anos.
Mais tarde alguns trabalhadores foram retirados de um dos reatores mais seriamente danificados quando uma fumaça emergiu brevemente do local. Não houve nenhuma explicação de imediato para a fumaça, mas autoridades haviam dito anteriormente que a pressão no reator 3 está aumentando.
Também foi vista fumaça no reator 2.
O sismo e o tsunami de 11 de março deixaram mais de 21 mil mortos ou desaparecidos e custará 250 milhões de dólares a uma economia já combalida, o que representa o desastre natural mais caro do mundo.
O chefe da agência atômica da ONU disse que a situação nuclear continua muito séria, mas que será resolvida.
'Não tenho dúvida de que esta crise será superada eficientemente', declarou Yukiya Amano, diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) em uma reunião do comitê de emergência.
'Vemos uma luz para sair desta crise', disse uma autoridade do governo japonês citando o primeiro-ministro Naoto Kan.
Mas as notícias de progresso na usina nuclear foram eclipsadas pela preocupação crescente de que partículas radioativas já liberadas na atmosfera tenham contaminado fontes de alimento e água.
'Está claro que a situação é séria', disse Peter Cordingley, porta-voz do escritório regional do Pacífico Oriental da OMS sediado em Manila, à Reuters em uma entrevista por telefone.
'É muito mais sério do que qualquer um pensava nos primeiros dias, quando achávamos que este tipo de problema pode estar limitado a 20 ou 30 quilômetros... é seguro supor que uma parcela de produtos contaminados tenha saído da zona de contaminação.'
Ele disse entretanto não haver evidência de que alimentos contaminados oriundos de Fukushima tenham chegado a outros países.
Fukushima é o pior acidente nuclear do mundo desde Chernobyl, mas há sinais de que seja bem menos grave do que a tragédia ucraniana.
'As poucas medidas de radiação relatadas nos alimentos até agora são muito mais baixas do que ao redor de Chernobyl em 1986, mas o quadro total ainda está emergindo', disse Malcolm Crick, secretário do Comitê Científico dos Efeitos da Radiação Atômica da ONU à Reuters.
ONU rejeita pedido da Líbia para reunião de emergência
NAÇÕES UNIDAS (Reuters) - O Conselho de Segurança da ONU rejeitou na segunda-feira um pedido da Líbia para realizar uma reunião especial sobre os ataques aéreos ocidentais contra o país, iniciados depois que a entidade impôs uma zona de exclusão aérea em seu território, disseram diplomatas.
Em vez da reunião, o conselho decidiu simplesmente apresentar um comunicado do secretário-geral da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-moon, que já estava planejado para quinta-feira, sobre como está sendo implementada a resolução que criou a zona de exclusão para proteger os civis no conflito interno da Líbia.
Aviões norte-americanos, britânicos e franceses lançaram ataques aéreos e dispararam mísseis no fim de semana para desmantelar as defesas aéreas líbias e impedir a aproximação das forças do governo da cidade de Benghazi, no leste, e de outras localidades tomadas pelos rebeldes.
Diplomatas disseram que o chanceler líbio, Moussa Koussa, havia escrito ao conselho no fim de semana pedindo que a entidade formada por 15 países realizasse uma sessão de emergência para debater a 'agressão militar' contra a Líbia.
A China, que preside o conselho neste mês, convocou na segunda-feira uma reunião para consultas a portas fechadas a fim de analisar a carta. O Brasil é membro temporário do órgão.
'O conselho se reunirá na quinta-feira para receber o relatório do secretário-geral sobre a implementação da Resolução 1973 e, então, discutirá a situação na Líbia', afirmou um diplomata do conselho, falando sob a condição de manter o anonimato.
Em vez da reunião, o conselho decidiu simplesmente apresentar um comunicado do secretário-geral da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-moon, que já estava planejado para quinta-feira, sobre como está sendo implementada a resolução que criou a zona de exclusão para proteger os civis no conflito interno da Líbia.
Aviões norte-americanos, britânicos e franceses lançaram ataques aéreos e dispararam mísseis no fim de semana para desmantelar as defesas aéreas líbias e impedir a aproximação das forças do governo da cidade de Benghazi, no leste, e de outras localidades tomadas pelos rebeldes.
Diplomatas disseram que o chanceler líbio, Moussa Koussa, havia escrito ao conselho no fim de semana pedindo que a entidade formada por 15 países realizasse uma sessão de emergência para debater a 'agressão militar' contra a Líbia.
A China, que preside o conselho neste mês, convocou na segunda-feira uma reunião para consultas a portas fechadas a fim de analisar a carta. O Brasil é membro temporário do órgão.
'O conselho se reunirá na quinta-feira para receber o relatório do secretário-geral sobre a implementação da Resolução 1973 e, então, discutirá a situação na Líbia', afirmou um diplomata do conselho, falando sob a condição de manter o anonimato.
domingo, 20 de março de 2011
Após eliminação, Paulinha classifica Diogo como desnecessário
RIO DE JANEIRO - Ainda sem parecer acreditar em tudo que viveu nos últimos três meses, Paulinha seguiu para o chat do eliminado assim que o programa deste domingo (20) chegou ao fim. No bate-papo com internautas, a ex-sister falou sobre o jogo, amizade verdadeira, Diogo e se emocionou bastante.
"Eu sempre ficava esperando algum eliminado falar isso no chat quando eu assistia. Por isso, eu queria deixar uma mensagem. Muita gente falou para eu desistir do meu sonho. Muita gente falou que isso não era verdadeiro. Mas eu acho que todo mundo precisa acreditar sim. Foi o que eu fiz. E eu peço, por favor, que vocês não julguem ninguém. Gostem das pessoas sem medo. Foi o que eu fiz na casa. Eu acreditei até o último segundo em todo mundo", disse a estudante às lágrimas.
Antes deste momento, Paulinha reviu cenas do confinamento e comentou sua relação com Diogo. Questionada a definir o brother em uma palavra, ela foi direta: "desnecessário". Talula também recebeu um rótulo, o de "dúvida", e Janaína foi o de "inconsequente".
"Eu tenho mágoa dele, sim. E a partir do momento que uma pessoa toma uma decisão, nada que a gente fale vai mudar isso na cabeça dela. Então, não tenho o que falar. Eu realmente gostava de todo mundo. Se ele achava que era falsidade, não posso fazer nada. Era um jogo? Era um jogo. Eu participei? Participei. Mas sempre falei que não era meu objetivo inicial ganhar o prêmio. Por isso, não julgava as pessoas como um jogo, como ele julgava", disparou.
"Aqui de fora a gente assiste [ao programa] igual novela. Mas lá dentro só temos um ângulo. Sei que muita gente falou mal de mim por trás. Eu simplesmente não tenho nada para falar para ele", finalizou Paulinha sobre o baiano.
"Eu sempre ficava esperando algum eliminado falar isso no chat quando eu assistia. Por isso, eu queria deixar uma mensagem. Muita gente falou para eu desistir do meu sonho. Muita gente falou que isso não era verdadeiro. Mas eu acho que todo mundo precisa acreditar sim. Foi o que eu fiz. E eu peço, por favor, que vocês não julguem ninguém. Gostem das pessoas sem medo. Foi o que eu fiz na casa. Eu acreditei até o último segundo em todo mundo", disse a estudante às lágrimas.
Antes deste momento, Paulinha reviu cenas do confinamento e comentou sua relação com Diogo. Questionada a definir o brother em uma palavra, ela foi direta: "desnecessário". Talula também recebeu um rótulo, o de "dúvida", e Janaína foi o de "inconsequente".
"Eu tenho mágoa dele, sim. E a partir do momento que uma pessoa toma uma decisão, nada que a gente fale vai mudar isso na cabeça dela. Então, não tenho o que falar. Eu realmente gostava de todo mundo. Se ele achava que era falsidade, não posso fazer nada. Era um jogo? Era um jogo. Eu participei? Participei. Mas sempre falei que não era meu objetivo inicial ganhar o prêmio. Por isso, não julgava as pessoas como um jogo, como ele julgava", disparou.
"Aqui de fora a gente assiste [ao programa] igual novela. Mas lá dentro só temos um ângulo. Sei que muita gente falou mal de mim por trás. Eu simplesmente não tenho nada para falar para ele", finalizou Paulinha sobre o baiano.
Luan Santana participará de novela da Globo
SÃO PAULO - Luan Santana vai atacar de ator logo, logo. O cantor dará uma palhinha nos primeiros capítulos da próxima novela das 19 horas da Rede Globo, “Morde e Assopra”, de Walcyr Carrasco.
De acordo com a revista “Contigo!”, Luan já até fez exigências para participara do folhetim: ele interpretará... ele mesmo!
As gravações devem acontecer depois do Carnaval. A trama contará com Adriana Esteves, Marcos Pasquim, Sérgio Marone, Mateus Solano, Flávia Alessandra e Gabriela Carneiro da Cunha, entre outros.
terça-feira, 15 de março de 2011
Bombeiros encontram corpo de menino desaparecido durante temporal em Minas
Militares do Corpo de Bombeiros de Governador Valadares, no Vale do Rio Doce, Minas Gerais, encontraram um corpo no início da tarde desta terça-feira (15/3), que pode ser do menino de 11 anos levado por uma enxurrada durante um temporal que caiu na cidade na última sexta-feira.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, o corpo, em avançado estado de decomposição, foi encontrado no Rio Doce, na cidade de Galiléia, a 70 quilômetros de Governador Valadares. A perícia foi acionada para fazer a identificação. As buscas estão suspensas até a confirmação, se é ou não o garoto Israel Nogueira da Silva.
O incidente com o garoto ocorreu na sexta-feira no Bairro Santo Antônio. Moradores afirmaram aos militares que ao ser arrastado pela força das águas, Israel foi sugado para dentro de um bueiro.
Se for confirmada a morte do menino, ele pode ser a 18ª pessoa a morrer por causa das chuvas em Minas. Desde novembro do ano passado, quando teve início o período chuvoso, 17 pessoas morreram em decorrência da chuva, conforme balanço da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec-MG).
A última morte foi registrada em janeiro deste ano, quando Jesus Barsanulfo da Silva, de 44 anos, foi arrastado pelas águas do Rio Cipó, em Jaboticatubas, região Central de Minas, durante uma tromba-d'água formada por um temporal.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, o corpo, em avançado estado de decomposição, foi encontrado no Rio Doce, na cidade de Galiléia, a 70 quilômetros de Governador Valadares. A perícia foi acionada para fazer a identificação. As buscas estão suspensas até a confirmação, se é ou não o garoto Israel Nogueira da Silva.
O incidente com o garoto ocorreu na sexta-feira no Bairro Santo Antônio. Moradores afirmaram aos militares que ao ser arrastado pela força das águas, Israel foi sugado para dentro de um bueiro.
Se for confirmada a morte do menino, ele pode ser a 18ª pessoa a morrer por causa das chuvas em Minas. Desde novembro do ano passado, quando teve início o período chuvoso, 17 pessoas morreram em decorrência da chuva, conforme balanço da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec-MG).
A última morte foi registrada em janeiro deste ano, quando Jesus Barsanulfo da Silva, de 44 anos, foi arrastado pelas águas do Rio Cipó, em Jaboticatubas, região Central de Minas, durante uma tromba-d'água formada por um temporal.
PB: Agência do Banco do Brasil é interditada após idoso morrer na fila
O Procon estadual em parceria com o Ministério Público da Paraíba (MPPB) interditou por 48 horas a agência do Banco do Brasil do município de Cajazeiras, distante 461 km de João Pessoa. A ação aconteceu na manhã desta terça-feira, dia 15, após o Procon-PB flagrar a agência desrespeitando a lei municipal 1.233/99, que regulamento o tempo de atendimento nas filas bancárias.
De acordo com Klébia Ludgério, secretária executiva do Procon-PB, a interdição foi necessária uma vez que o desrespeito aos consumidores é constante na agência. “O Procon-PB recebeu desde 2008 várias denúncias de clientes que estavam passando várias horas nas filas, aguardando atendimento. O Banco do Brasil foi autuado e multado diversas vezes, tendo pago algumas multas e em outros casos não se preocupou sequer em apresentar defesa”, contou a secretária.
Ainda segundo ela a interdição vai durar 48 horas, prazo para que a gerência apresente um relatório, com medidas para solucionar o problema. “Os consumidores estão cansados do desrespeito e através de uma Ação Civil Pública, cobra atitude e para isso estamos aqui”, informou Klébia.
A ação do Procon-PB e do MPPB acontece neste dia 15 de março, data em que é comemorado o Dia Internacional do Consumidor e, de acordo com a secretária, operações como essa acontecerão durante todo o ano e em agências de todo o estado. “Iniciamos as ações em cajazeiras, pelo volume de denúncias apresentadas ao Procon-PB e também porque no dia 2 de março, um idoso faleceu após passar mais de 1 hora aguardando atendimento, mas em breve outras agências serão fiscalizadas e interditadas”, disse.
A lei municipal 1.233/99 em Cajazeiras estabelece o tempo de espera de 20 minutos em dias normais e de 30 minutos em dias de pagamento do funcionalismo público e em vésperas e pós-feriados. Caso o Banco do Brasil não apresente o relatório com medidas efetivas para solucionar o problema poderá ser multada em até R$ 3 milhões e agência pode ser fechava por até 10 dias.
A assessoria de comunicação do Banco do Brasil informou ao Portal O Norte Online que está acompanhando a ação na agência de Cajazeiras e que até o fim desta terça-feira, dia 15, vai emitir uma nota a todas as empresas de comunicação com maiores esclarecimentos sobre o caso.
De acordo com Klébia Ludgério, secretária executiva do Procon-PB, a interdição foi necessária uma vez que o desrespeito aos consumidores é constante na agência. “O Procon-PB recebeu desde 2008 várias denúncias de clientes que estavam passando várias horas nas filas, aguardando atendimento. O Banco do Brasil foi autuado e multado diversas vezes, tendo pago algumas multas e em outros casos não se preocupou sequer em apresentar defesa”, contou a secretária.
Ainda segundo ela a interdição vai durar 48 horas, prazo para que a gerência apresente um relatório, com medidas para solucionar o problema. “Os consumidores estão cansados do desrespeito e através de uma Ação Civil Pública, cobra atitude e para isso estamos aqui”, informou Klébia.
A ação do Procon-PB e do MPPB acontece neste dia 15 de março, data em que é comemorado o Dia Internacional do Consumidor e, de acordo com a secretária, operações como essa acontecerão durante todo o ano e em agências de todo o estado. “Iniciamos as ações em cajazeiras, pelo volume de denúncias apresentadas ao Procon-PB e também porque no dia 2 de março, um idoso faleceu após passar mais de 1 hora aguardando atendimento, mas em breve outras agências serão fiscalizadas e interditadas”, disse.
A lei municipal 1.233/99 em Cajazeiras estabelece o tempo de espera de 20 minutos em dias normais e de 30 minutos em dias de pagamento do funcionalismo público e em vésperas e pós-feriados. Caso o Banco do Brasil não apresente o relatório com medidas efetivas para solucionar o problema poderá ser multada em até R$ 3 milhões e agência pode ser fechava por até 10 dias.
A assessoria de comunicação do Banco do Brasil informou ao Portal O Norte Online que está acompanhando a ação na agência de Cajazeiras e que até o fim desta terça-feira, dia 15, vai emitir uma nota a todas as empresas de comunicação com maiores esclarecimentos sobre o caso.
Apertados pelas contas, Brasileiros sacrificam investimentos na poupança
Gastos com viagens, despesas escolares e impostos. O começo de ano do brasileiro é recheado de preocupações com diversas despesas. Para não entrar no vermelho nos primeiros meses, os consumidores juntam as economias com o objetivo de eliminar as dívidas. A caderneta de poupança, tradicional opção para quem quer proteger o patrimônio, é a principal vítima na hora da quitação dos débitos. Segundo dados divulgados ontem pelo Banco Central, os brasileiros sacaram R$ 96,1 bilhões dessa modalidade de investimento em fevereiro e depositaram R$ 95,4 bilhões. O volume de retiradas não superava o de entradas desde abril de 2009 — a diferença ficou negativa em R$ 745 milhões.
No ano, a caderneta já perdeu R$ 470 milhões, pior resultado desde o primeiro bimestre de 2006. Mesmo com a desesperada tentativa de torrar ativos para equilibrar as contas, o número de trabalhadores pendurados não para de subir. Em janeiro de 2011, o endividamento do brasileiro no sistema financeiro foi de R$ 787 bilhões. No mesmo período de 2010, eram R$ 643,9 bilhões. Em um ano, o salto foi de R$ 143,1 bilhões. Para Júlio Santos, educador financeiro do Instituto DSOP, sacrificar as economias para sanar dívidas é aceitável, mas não atinge a raiz do problema. “O importante é que o consumidor faça uma reflexão sobre as prioridades de gastos. Não adianta limpar as reservas se não houver mudança de comportamento”, disse.
Na avaliação da economista Marianne Hanson, da Confederação Nacional do Comércio (CNC), o endividamento está alto, mas o bom momento econômico facilita o pagamento dos compromissos. “O crescimento do emprego e da renda familiar permite a realização de mais empréstimos a longo prazo, mas que ainda cabem no bolso do consumidor”, explicou. “O nível de inadimplência é baixo. Tudo isso contribui para que as pessoas se sintam mais confiantes e tenham as dívidas sob controle, mesmo que, para isso, precisem gastar suas economias.”
Usar as reservas para pagar dívidas é uma forma de garantir a tranquilidade. No caso de Ana Paula Lima, 26 anos, professora de educação física e estudante de radiologia, o dinheiro retirado da poupança serve para garantir a permanência em Brasília, além de ajudar na preparação para o concurso de oficial da Marinha. “Peguei dinheiro da poupança para pagar a faculdade e o aluguel da minha casa. Gastei metade, mas vou poupar novamente, porque decidi não pular o carnaval, nem viajar nas férias”, disse.
No vermelho
O bancário Rodrigo Abraão, 23 anos, sacou economias para pagar roupas compradas no fim de ano. “Gastei mais da metade da minha poupança. Quase fiquei no vermelho. Agora, pretendo fazer novos investimentos”, disse. Abraão lamentou ter precisado gastar suas reservas. “O certo seria não ter tirado nenhum dinheiro, porque a poupança é segura, apesar de render pouco.”
A estagiária Noele Campos, 22 anos, economiza para concluir os estudos e entrar na carreira profissional com o pé direito. “Tenho poupança e raramente tiro algo de lá, porque não faço muitas despesas, já que moro com meus pais. Mas, às vezes, preciso sacar dinheiro para pagar viagens e livros”, afirmou. De acordo com a pesquisa de endividamento e inadimplência do consumidor, divulgada pela Fecomércio-SP, 53,8% dos consumidores paulistas estão encalacrados. Entre as dívidas mais comuns, estão as contas do cartão de crédito (68,3%), carnês (30,6%) e financiamentos de veículos (12,9%). Na semana passada, a CNC divulgou levantamento segundo o qual 65,3% dos brasileiros têm débitos.
A principal função da poupança, quando foi criada, era financiar projetos de habitação e de saneamento. Na década de 1970, muita gente aplicava todas as sobras na caderneta. Ainda hoje, a modalidade é considerada uma das mais seguras para a posterior aquisição de bens. O servidor público Bernardo Francisco de Moraes Neto, 48 anos, economiza para comprar um apartamento em Águas Claras. “Eu e a minha mulher economizamos para realizar esse sonho”, contou.
No ano, a caderneta já perdeu R$ 470 milhões, pior resultado desde o primeiro bimestre de 2006. Mesmo com a desesperada tentativa de torrar ativos para equilibrar as contas, o número de trabalhadores pendurados não para de subir. Em janeiro de 2011, o endividamento do brasileiro no sistema financeiro foi de R$ 787 bilhões. No mesmo período de 2010, eram R$ 643,9 bilhões. Em um ano, o salto foi de R$ 143,1 bilhões. Para Júlio Santos, educador financeiro do Instituto DSOP, sacrificar as economias para sanar dívidas é aceitável, mas não atinge a raiz do problema. “O importante é que o consumidor faça uma reflexão sobre as prioridades de gastos. Não adianta limpar as reservas se não houver mudança de comportamento”, disse.
Na avaliação da economista Marianne Hanson, da Confederação Nacional do Comércio (CNC), o endividamento está alto, mas o bom momento econômico facilita o pagamento dos compromissos. “O crescimento do emprego e da renda familiar permite a realização de mais empréstimos a longo prazo, mas que ainda cabem no bolso do consumidor”, explicou. “O nível de inadimplência é baixo. Tudo isso contribui para que as pessoas se sintam mais confiantes e tenham as dívidas sob controle, mesmo que, para isso, precisem gastar suas economias.”
Usar as reservas para pagar dívidas é uma forma de garantir a tranquilidade. No caso de Ana Paula Lima, 26 anos, professora de educação física e estudante de radiologia, o dinheiro retirado da poupança serve para garantir a permanência em Brasília, além de ajudar na preparação para o concurso de oficial da Marinha. “Peguei dinheiro da poupança para pagar a faculdade e o aluguel da minha casa. Gastei metade, mas vou poupar novamente, porque decidi não pular o carnaval, nem viajar nas férias”, disse.
No vermelho
O bancário Rodrigo Abraão, 23 anos, sacou economias para pagar roupas compradas no fim de ano. “Gastei mais da metade da minha poupança. Quase fiquei no vermelho. Agora, pretendo fazer novos investimentos”, disse. Abraão lamentou ter precisado gastar suas reservas. “O certo seria não ter tirado nenhum dinheiro, porque a poupança é segura, apesar de render pouco.”
A estagiária Noele Campos, 22 anos, economiza para concluir os estudos e entrar na carreira profissional com o pé direito. “Tenho poupança e raramente tiro algo de lá, porque não faço muitas despesas, já que moro com meus pais. Mas, às vezes, preciso sacar dinheiro para pagar viagens e livros”, afirmou. De acordo com a pesquisa de endividamento e inadimplência do consumidor, divulgada pela Fecomércio-SP, 53,8% dos consumidores paulistas estão encalacrados. Entre as dívidas mais comuns, estão as contas do cartão de crédito (68,3%), carnês (30,6%) e financiamentos de veículos (12,9%). Na semana passada, a CNC divulgou levantamento segundo o qual 65,3% dos brasileiros têm débitos.
A principal função da poupança, quando foi criada, era financiar projetos de habitação e de saneamento. Na década de 1970, muita gente aplicava todas as sobras na caderneta. Ainda hoje, a modalidade é considerada uma das mais seguras para a posterior aquisição de bens. O servidor público Bernardo Francisco de Moraes Neto, 48 anos, economiza para comprar um apartamento em Águas Claras. “Eu e a minha mulher economizamos para realizar esse sonho”, contou.
domingo, 13 de março de 2011
Número de mortos por terremoto e tsunami passa de 1.300 no Japão
O terremoto de magnitude 8,9 seguido de um tsunami na sexta-feira deixou pelo menos 1.353 mortos e 1.085 desaparecidos no Japão, segundo o balanço mais recente da Polícia Nacional.
Mas as autoridades admitem que o número de vítimas deve ficar bem maior.
A polícia da província de Miyagi afirmou que estima que mais de 10 mil pessoas tenham morrido só lá. A província tem uma população de 2,3 milhões e é uma das três mais afetadas pelo desastre.
Em paralelo com os trabalhos de resgate, cresce a preocupação com a situação na usina nuclear de Fukushima, onde há risco de uma nova explosão. Também foi decretado estado de emergência na usina de Onagawa, onde o índice de radioatividade estava acima do permitido.
O governo mandou 100 mil militares para as zonas afetadas, dobro do número previsto inicialmente, e já começam a chegar ao Japão as primeiras equipes de resgate enviadas por outros países.
Os EUA puseram à disposição das Forças de Autodefesado Japão seu porta-aviões Ronald Reagan para que seja utilizado como base logística dos helicópteros que voam para as zonas afetadas.
Infraestrutura prejudicada
Milhões de pessoas seguem sem eletricidade e água potável nas zonas afetadas pelo tremor, eo o governo alertou para o risco de blecautes se não houver economia de luz.
Destroços em rua afetada pelo terremoto na
cidade de Tagajo, na prefeitura de Miyagi, neste
domingo (13) (Foto: AFP)Segundo a TV NHK, pelo menos 1,4 milhão de famílias estão sem água potável desde sexta, e outras 2,5 milhões de casas estão sem energia elétrica nas províncias de Aomori, Iwate, Miyagi e Fukushima.
O combustível nos postos de gasolina das províncias atingidas está sendo racionado.
Os cortes de eletricidade afetaram dezenas de hospitais próximos à cidade de Sendai, capital de Miyagi, e que foi a mais afetada.
O Parlamento do Japão não vai funcionar nesta seguna, nem as fábricas das princiais montadores do país: Honda, Nissan, Mitsubishi, Suzuki e Toyota.
O ministro da Economia, Banri Kaieda, disse que as empresas Tokyo Electric Power e Tohoku Electric Power podem aplicar blecautes controlados em sua provisão a partir de segunda-feira para evitar cortes maciços de eletricidade provocados pelo terremoto.
Sétimo pior da história
O tremor foi o 7º pior na história, segundo a agência americana que monitora terremotos, e também o pior já registrado no Japão. Ele foi seguido de mais de duas centenas de réplicas superiores a 5, várias delas sentidas pela população.
O país segue em alerta de novas réplicas.
Houve um alerta de tsunami para diversos países da costa do Oceano Pacífico, mas a chegada das ondas a estes locais causou apenas danos menores, e o alerta foi cancelado. Milhares de moradores foram retirados por precaução
Mas as autoridades admitem que o número de vítimas deve ficar bem maior.
A polícia da província de Miyagi afirmou que estima que mais de 10 mil pessoas tenham morrido só lá. A província tem uma população de 2,3 milhões e é uma das três mais afetadas pelo desastre.
Em paralelo com os trabalhos de resgate, cresce a preocupação com a situação na usina nuclear de Fukushima, onde há risco de uma nova explosão. Também foi decretado estado de emergência na usina de Onagawa, onde o índice de radioatividade estava acima do permitido.
O governo mandou 100 mil militares para as zonas afetadas, dobro do número previsto inicialmente, e já começam a chegar ao Japão as primeiras equipes de resgate enviadas por outros países.
Os EUA puseram à disposição das Forças de Autodefesado Japão seu porta-aviões Ronald Reagan para que seja utilizado como base logística dos helicópteros que voam para as zonas afetadas.
Infraestrutura prejudicada
Milhões de pessoas seguem sem eletricidade e água potável nas zonas afetadas pelo tremor, eo o governo alertou para o risco de blecautes se não houver economia de luz.
cidade de Tagajo, na prefeitura de Miyagi, neste
domingo (13) (Foto: AFP)
O combustível nos postos de gasolina das províncias atingidas está sendo racionado.
Os cortes de eletricidade afetaram dezenas de hospitais próximos à cidade de Sendai, capital de Miyagi, e que foi a mais afetada.
O Parlamento do Japão não vai funcionar nesta seguna, nem as fábricas das princiais montadores do país: Honda, Nissan, Mitsubishi, Suzuki e Toyota.
O ministro da Economia, Banri Kaieda, disse que as empresas Tokyo Electric Power e Tohoku Electric Power podem aplicar blecautes controlados em sua provisão a partir de segunda-feira para evitar cortes maciços de eletricidade provocados pelo terremoto.
Sétimo pior da história
O tremor foi o 7º pior na história, segundo a agência americana que monitora terremotos, e também o pior já registrado no Japão. Ele foi seguido de mais de duas centenas de réplicas superiores a 5, várias delas sentidas pela população.
O país segue em alerta de novas réplicas.
Houve um alerta de tsunami para diversos países da costa do Oceano Pacífico, mas a chegada das ondas a estes locais causou apenas danos menores, e o alerta foi cancelado. Milhares de moradores foram retirados por precaução
Fernanda Souza está cotada para mais uma atração global
SÃO PAULO - De acordo com o jornal “Agora São Paulo”, a atriz Fernanda Souza, já está escalada para a novela “Um Mundo Melhor”. A trama entrará no ar depois de “Morde & Assopra”, do diretor Walcyr Carrasco, que ainda nem começou, e será dirigida por Miguel Falabella.
A atriz ainda pode ser vista na atual trama das 19 horas, “Ti-Ti-Ti”, e anda com a bola toda.
Há pouco tempo circulou na mídia informações sobre uma possível participação de Fernanda no humorístico “Junto e Misturado”, também da Rede Globo.
A atriz ainda pode ser vista na atual trama das 19 horas, “Ti-Ti-Ti”, e anda com a bola toda.
Há pouco tempo circulou na mídia informações sobre uma possível participação de Fernanda no humorístico “Junto e Misturado”, também da Rede Globo.
BBB 11: Maria beija Wesley; Mauricio se irrita
SÃO PAULO - O clima esquentou – e muito – no “Big Brother Brasil 11” na madrugada deste domingo (13). Em festa Chilli Beans, os brothers se animaram com os óculos escuros que ganharam, e talvez possam ter perdido a timidez com isso.
Que o digam Maria e Wesley. Tantos foram os rodeios quando o médico chegou a casa, que nesta festa a morena resolveu investir fundo e arrancou um beijão do loiro.
Sentados um perto do outro, Diana provocou: “Acho que vocês deveriam ficar sem compromisso”.
“Ela faz seu estilo e você faz o estilo dela”, continuou Diana, que deu total apoio para a sister.
Rapidamente, Maria e Wesley deram um grande beijo. “Tenho total consciência do que eu faço. Não me arrependo de nada”, respondeu o brother quando a atriz perguntou se ele tinha se arrependido de ficar com ela.
Dançando juntos, Maria disse: “Você não vai embora amanhã”.
“Com certeza. Vou curtir muito com você”, respondeu ele, confiante sobre o “Paredão” desta noite.
E a notícia do beijo repercutiu! Jaqueline contou tudo a Mauricio, que se mostrou irritado. “Quero saber porque nego está me olhando. Estou com algum outdoor aqui no peito?”, disparou o brother, se referindo a Wesley e Maria, que ficaram olhando a reação do músico.
“Não fica prestando atenção para você não se estressar. Curte a festa”, aconselhou Jaqueline.
“Sabe o que eu estou sentindo? Desgosto!”, declarou Mau Mau, e disse que não estava chateado.
“Cada um sabe seus valores. Se a pessoa não se respeita...”, disparou Jaqueline.
Que o digam Maria e Wesley. Tantos foram os rodeios quando o médico chegou a casa, que nesta festa a morena resolveu investir fundo e arrancou um beijão do loiro.
Sentados um perto do outro, Diana provocou: “Acho que vocês deveriam ficar sem compromisso”.
“Ela faz seu estilo e você faz o estilo dela”, continuou Diana, que deu total apoio para a sister.
Rapidamente, Maria e Wesley deram um grande beijo. “Tenho total consciência do que eu faço. Não me arrependo de nada”, respondeu o brother quando a atriz perguntou se ele tinha se arrependido de ficar com ela.
Dançando juntos, Maria disse: “Você não vai embora amanhã”.
“Com certeza. Vou curtir muito com você”, respondeu ele, confiante sobre o “Paredão” desta noite.
E a notícia do beijo repercutiu! Jaqueline contou tudo a Mauricio, que se mostrou irritado. “Quero saber porque nego está me olhando. Estou com algum outdoor aqui no peito?”, disparou o brother, se referindo a Wesley e Maria, que ficaram olhando a reação do músico.
“Não fica prestando atenção para você não se estressar. Curte a festa”, aconselhou Jaqueline.
“Sabe o que eu estou sentindo? Desgosto!”, declarou Mau Mau, e disse que não estava chateado.
“Cada um sabe seus valores. Se a pessoa não se respeita...”, disparou Jaqueline.
sábado, 12 de março de 2011
CONTA CAIXA FACIL A CONTA SEM TARIFAS DA CAIXA ECONOMICA FEDERAL
Com a Conta CAIXA Fácil, todo brasileiro pode ser correntista de uma das maiores e mais tradicionais instituições financeiras do país, alem do que uma das mais seguras e que sempre esta fomentando tanto a cultura como os micro e pequenos empreendimentos.
Esta modalidade de conta foi criada especialmente para você, microempresário, dona de casa, jovem, trabalhador independente, que tem movimentação financeira de até R$ 1.000,00 ao mês. Além de possibilitar o acesso aos serviços bancários básicos, a Conta CAIXA Fácil não cobra tarifas de manutenção o que é uma vantagem pra lá de boa, porque facilita e economiza bastante mais que outras contas no mercado.
A Conta CAIXA Fácil é a conta da CAIXA para todos os cidadãos brasileiros. É prática e não tem burocracia: para solicitar a sua abertura, basta apresentar RG e CPF, sem precisar comprovar renda devido ao mínimo bem acessível que tem.
Cartão CAIXA Fácil MasterCard
O Cartão CAIXA Fácil MasterCard é exclusivo para correntistas da conta CAIXA Fácil. É um cartão múltiplo, ou seja, possui as funções de crédito e débito.
Com ele, você compra em milhares de estabelecimentos credenciados em todo o Brasil, tem até 40 dias sem juros para pagar e pode, ainda, realizar saques, transferências, pagamentos, consultas de saldo e extrato de sua conta corrente.
Anuidade do cartão titular CAIXA Fácil MasterCard: R$ 48,00 em 6 parcelas de R$ 8,00
A cobrança da anuidade somente ocorrerá após o desbloqueio do cartão.
Saiba mais
Com este cartão, você compra em milhares de estabelecimentos credenciados em todo o Brasil e tem até 40 dias sem juros para pagar. E ainda pode realizar saques, transferências, pagamentos e consultas de saldo e extrato da sua conta corrente.
Esta modalidade de conta foi criada especialmente para você, microempresário, dona de casa, jovem, trabalhador independente, que tem movimentação financeira de até R$ 1.000,00 ao mês. Além de possibilitar o acesso aos serviços bancários básicos, a Conta CAIXA Fácil não cobra tarifas de manutenção o que é uma vantagem pra lá de boa, porque facilita e economiza bastante mais que outras contas no mercado.
A Conta CAIXA Fácil é a conta da CAIXA para todos os cidadãos brasileiros. É prática e não tem burocracia: para solicitar a sua abertura, basta apresentar RG e CPF, sem precisar comprovar renda devido ao mínimo bem acessível que tem.
Limite
Os créditos e o saldo da Conta CAIXA Fácil são limitados ao somatório de créditos ou saldo de R$ 1.000,00/mês.Depósitos
Os depósitos em dinheiro podem ser efetuados nas agências da CAIXA e nos postos CAIXA Aqui. Os depósitos em cheques são efetuados somente nas agências da CAIXA.Tarifas
Você pode sacar e consultar extratos quatro vezes por mês sem pagar tarifa. A partir da quinta transação, será cobrada tarifa de R$ 0,50 por operação. Não há cobrança de tarifas para manutenção da conta, depósitos ou consulta de saldo. Os saques e consultas realizadas nos terminais Banco24Horas e rede compartilhada são tarifados conforme a tabela de tarifas bancárias.Restrições
Só podem ser titulares da Conta CAIXA Fácil pessoas físicas brasileiras ou domiciliadas no Brasil, maiores de 16 anos. Para abertura e manutenção da Conta CAIXA Fácil, você não pode ser titular de outra conta, corrente ou simplificada, na CAIXA ou em outro Banco.Cartão CAIXA Fácil MasterCard
Com ele, você compra em milhares de estabelecimentos credenciados em todo o Brasil, tem até 40 dias sem juros para pagar e pode, ainda, realizar saques, transferências, pagamentos, consultas de saldo e extrato de sua conta corrente.
A quem se destina
Este cartão é exclusivo para correntistas da conta CAIXA Fácil.Solicite o seu cartão
Para solicitar o cartão, preencha e assine os formulários necessários à adesão numa agência da CAIXA, apresentando a documentação exigida. Para que o cartão seja concedido, será efetuada uma análise de risco de crédito.Limite de crédito
O limite de crédito é concedido de acordo com a análise de crédito.Características
Renda mínima: R$ 200,00Anuidade do cartão titular CAIXA Fácil MasterCard: R$ 48,00 em 6 parcelas de R$ 8,00
A cobrança da anuidade somente ocorrerá após o desbloqueio do cartão.
Saiba mais
Com este cartão, você compra em milhares de estabelecimentos credenciados em todo o Brasil e tem até 40 dias sem juros para pagar. E ainda pode realizar saques, transferências, pagamentos e consultas de saldo e extrato da sua conta corrente.
Fatura e data de vencimento
O CAIXA Fácil MasterCard oferece crédito rotativo e fatura mensal detalhada. Você ainda pode escolher, entre várias opções de datas de vencimento da fatura, a mais adequada para você.Central de Atendimento ao Cliente
Para informações adicionais sobre o Cartão CAIXA Fácil MasterCard, ligue para:- 4001-4425 – Para capitais brasileiras e regiões metropolitanas (ligação local);
- 0800-728-4425 – Demais localidades.
Central de Atendimento às pessoas com deficiência auditiva – 0800-728-4462 (todas as regiões).
quinta-feira, 3 de março de 2011
Amante do pai mata menina de 6 anos
Polícia de Duque de Caxias acredita que jovem planejou sequestro para obter R$ 2 mil, mas teve receio de ser reconhecida pela garota
A polícia do Rio prendeu uma mulher acusada de ter sequestrado e assassinado uma menina de 6 anos em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Luciene Reis Santana, de 24 anos, teria asfixiado a filha do amante em um hotel no centro da cidade. Ela foi indiciada e teve a prisão temporária decretada pela Justiça fluminense. Se condenada, Luciene pode cumprir pena de até 30 anos de reclusão.
O corpo da menina Lavínia Azeredo de Oliveira foi encontrado no fim da manhã de ontem, por uma funcionária do estabelecimento, sob a cama de um dos quartos. Ela estava desaparecida desde a madrugada de segunda-feira, quando foi tirada de casa enquanto a família dormia. Peritos afirmaram que a criança foi asfixiada no mesmo dia, com um cadarço de sapato.
Motivação. A justificativa para o crime seria uma quantia de R$ 2 mil em dinheiro, que era guardada na casa da família de Lavínia por Rony dos Santos de Oliveira, pai da menina e amante de Luciene. Segundo a polícia, a acusada raptou a criança, culpou o ex-marido e disse ao amante que a criança seria libertada com o pagamento do resgate. Luciene sabia que Rony guardava em casa os R$ 2 mil, que seriam usados como entrada na compra de um carro.
Os policiais acreditam que a acusada decidiu matar a criança após perceber que poderia ser reconhecida pela menina, caso ela fosse libertada com vida. Os investigadores articularam o suposto pagamento do resgate na manhã de ontem e prenderam Luciene quando ela tentava fugir. O delegado Robson Costa, responsável pela investigação, considerou o caso encerrado.
Lavínia havia sido vista pelos pais pela última vez na madrugada de segunda-feira. Por volta de 3 horas, a mãe acompanhou a menina até o banheiro, trancou a porta de casa e fechou a janela do quarto da criança antes de voltar a dormir. Quando o pai de Lavínia acordou, às 5h45, viu que a filha não estava lá e percebeu que a porta de casa e a janela do quarto estavam abertas.
Desde o desaparecimento, Rony levantou suspeitas sobre o envolvimento da amante com o desaparecimento da menina. De acordo com testemunhas, os dois ainda mantinham um caso e teriam brigado na noite anterior ao crime. Na discussão, Luciene teria ameaçado se matar.
Os pais da menina e a amante chegaram a ser interrogados durante as investigações, quando o caso ainda era tratado apenas como sequestro. O delegado suspeitava que o criminoso era uma pessoa conhecida de Lavínia, pois a porta e a janela não tinham sinais de arrombamento.
Disque Denúncia. A polícia chegou ao hotel no centro de Duque de Caxias, a sete quilômetros da casa da família, depois que uma testemunha fez uma ligação para o Disque Denúncia. O corpo da menina foi encontrado sob a cama do quarto 406, vestido com suas roupas e com um lençol sobre o rosto. Ela tinha marcas no pescoço, indicando que havia sido asfixiada.
Na sequência, os investigadores foram até a casa da amante do pai de Lavínia. Ela teria sido reconhecida pelos funcionários do hotel.
PARA LEMBRAR
Há 51 anos, crime parecido chocou o Rio
Infidelidade conjugal, orgulho ferido, ódio sem limites, vingança. Um roteiro semelhante ao que aparentemente levou ontem ao assassinato da pequena Lavínia Azeredo dos Reis, de 6 anos, chocou o Rio meio século atrás, no assassinato de Tânia Maria Coelho Araújo, a Taninha, de 4 anos.
A menina foi executada com um tiro na cabeça e queimada por Neyde Maria Lopes, uma ex-namorada do pai, Antonio Couto Araújo. O crime, no subúrbio da então capital do País, rendeu à assassina 33 anos de prisão - ela cumpriu 15 e foi libertada por bom comportamento - e dois apelidos cunhados pela imprensa: "Frankenstein de Saias" e "Fera da Penha".
O motorista Antônio e a comerciária Neyde, então com 22 anos, conheceram-se em 1959 na Central do Brasil e começaram a namorar. Ele, porém, escondeu que era casado e pai de duas filhas.
Em 30 de junho de 1960, Neyde telefonou para a escola onde Taninha estava matriculada e, dizendo ser Nilza, afirmou que não poderia comparecer para pegar a "filha", mas mandaria uma vizinha fazê-lo.
Depois, apresentou-se no colégio como emissária da mãe e levou a criança para um galpão nos fundos do Matadouro da Penha. Alvejou a garota, incendiou o corpo e foi embora. Presa, resistiu a mais de dez horas de interrogatório, mas acabou confessando.
quarta-feira, 2 de março de 2011
Filho confessa ter matar os pais a facadas no ABC paulista
O jovem de 22 anos suspeito da morte dos pais em São Bernardo do Campo, no ABC, disse à polícia que não aguentava mais as cobranças para que ele trabalhasse. Segundo a polícia, ele confessou ter matado os pais a facadas na madrugada desta quarta-feira (2).
O motorista Marinaldo Pereira Martins, de 54 anos, foi esfaqueado quando saía do banho. A mãe, Lindinalva Maria Pereira Martins, de 47 anos, acabou morta tentando defender o marido. A polícia disse que, depois de matar os pais, o assassino comprou cerveja e escondeu as provas do crime. O jovem foi autuado em flagrante pelas mortes na Delegacia de Homicídios da cidade.
Jovem é suspeito da morte dos pais em São Bernardo do CampoO casal morreu por volta das 4h na casa da família, na Rua Eça de Queirós, Vila do Tanque. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, o filho assumiu que matou os pais com a ajuda de um cúmplice. Os policiais estiveram na residência do segundo suspeito, mas ele havia fugido. No fundo da casa do homem, foram localizados objetos, joias e roupas ensanguentadas das vítimas.
Ao chegar à residência do casal durante a madrugada, a Polícia Militar localizou o motorista e a mulher mortos, com perfurações nos braços e no pescoço. A perícia verificou que a parte superior do sobrado estava revirada. O casal foi encontrado no térreo, onde havia paredes e móveis manchados de sangue, de acordo com o boletim de ocorrência.
Antes de ser apontado como suspeito, o filho disse à polícia que, ao chegar em casa, encontrou o portão trancado, mas a porta do imóvel entreaberta, e viu os pais caídos.
MAIS UM FATO QUE CHOCOU A SOCIEDADE BRASILEIRA AONDE VAMOS PARA COM TANTA VIOLENCIA
Lucro do Banco do Brasil sobe 41% no 1º tri, mas fica abaixo do Itaú
O Banco do Brasil registrou lucro líquido de R$ 2,35 bilhões no primeiro trimestre deste ano, com um crescimento de 41,2% no comparativo com igual período do ano passado, de acordo com os dados divulgados nesta quinta-feira.
Crédito puxa expansão do lucro do Itaú Unibanco no 1º trimestre
Lucro do Bradesco sobe 22% e bate R$ 2,1 bilhões no 1º trimestre
Bradesco e BB compram participações em empresas do Santander
Com esse resultado, o Itaú Unibanco, que anunciou o resultado na semana passada (R$ 3,23 bilhões), continua então a ser o banco com o maior ganho da história entre as instituições financeiras brasileiras no intervalo de janeiro a março, de acordo com pesquisa da Economática. O BB aparece logo em seguida, ultrapassando o seu próprio desempenho nesse período em 2008 (veja lista abaixo).
A rentabilidade anualizada sobre o patrimônio líquido do Banco do Brasil ficou em 28%.
Impulsionadas pelo crescimento do crédito, as receitas financeiras totalizaram R$ 18,6 bilhões nos três primeiros meses deste ano, com alta de 21,6% sobre o mesmo período de 2009. Desse total, as receitas com operações de crédito somaram R$ 12,5 bilhões, registrando expansão de 39,4%.
Os ativos do Banco do Brasil chegaram a R$ 724,9 bilhões em março, e a carteira de crédito totalizou R$ 305,6 bilhões, subindo 26,3% na comparação com o primeiro trimestre de 2009.
O crédito para consumidores teve expansão de 55,5% em 12 meses, atingindo R$ 95,1 bilhões. O montante representa 31,1% da carteira total, elevando a participação (25,3%) registrada no mesmo período do ano anterior. Reforçado pela parceria com o Votorantim, o financiamento para veículos cresceu 200,3% em um ano, para R$ 21 bilhões.
No segmento empresarial, a carteira de crédito teve expansão de 25,8% em 12 meses, totalizando R$ 128,1 bilhões, com destaque para os empréstimos para capital de giro.
Na média, a inadimplência, considerando atrasos superiores a 90 dias, atingiu 3,1% da carteira ao final do primeiro trimestre.
Veja os 10 maiores lucros do primeiro trimestre entre bancos brasileiros
Itaú Unibanco - R$ 3,234 bilhões (2010)
Banco do Brasil - R$ 2,351 bilhões (2010)
Banco do Brasil - R$ 2,347 bilhões (2008)
Banco do Brasil - R$ 2,343 bilhões (2006)
Bradesco - R$ 2,103 bilhões (2010)
Bradesco - R$ 2,102 bilhões (2008)
Itaú Unibanco - R$ 2.043 bilhões (2008)
Itaú Unibanco - R$ 2,015 bilhões (2009)
Itaú Unibanco - R$ 1,902 bilhões (2007)
Bradesco - R$ 1,723 bilhão (2009)
NOS PROXÍMOS POSTES DO DESEPENHO DOS BANCOS BRASILEIROS UM ESPAÇO PARA CADA UM COM SEUS LUCROS E PERSPECTIVA PARA OS PROXIMOS ANOS.
Crédito puxa expansão do lucro do Itaú Unibanco no 1º trimestre
Lucro do Bradesco sobe 22% e bate R$ 2,1 bilhões no 1º trimestre
Bradesco e BB compram participações em empresas do Santander
Com esse resultado, o Itaú Unibanco, que anunciou o resultado na semana passada (R$ 3,23 bilhões), continua então a ser o banco com o maior ganho da história entre as instituições financeiras brasileiras no intervalo de janeiro a março, de acordo com pesquisa da Economática. O BB aparece logo em seguida, ultrapassando o seu próprio desempenho nesse período em 2008 (veja lista abaixo).
A rentabilidade anualizada sobre o patrimônio líquido do Banco do Brasil ficou em 28%.
Impulsionadas pelo crescimento do crédito, as receitas financeiras totalizaram R$ 18,6 bilhões nos três primeiros meses deste ano, com alta de 21,6% sobre o mesmo período de 2009. Desse total, as receitas com operações de crédito somaram R$ 12,5 bilhões, registrando expansão de 39,4%.
Os ativos do Banco do Brasil chegaram a R$ 724,9 bilhões em março, e a carteira de crédito totalizou R$ 305,6 bilhões, subindo 26,3% na comparação com o primeiro trimestre de 2009.
O crédito para consumidores teve expansão de 55,5% em 12 meses, atingindo R$ 95,1 bilhões. O montante representa 31,1% da carteira total, elevando a participação (25,3%) registrada no mesmo período do ano anterior. Reforçado pela parceria com o Votorantim, o financiamento para veículos cresceu 200,3% em um ano, para R$ 21 bilhões.
No segmento empresarial, a carteira de crédito teve expansão de 25,8% em 12 meses, totalizando R$ 128,1 bilhões, com destaque para os empréstimos para capital de giro.
Na média, a inadimplência, considerando atrasos superiores a 90 dias, atingiu 3,1% da carteira ao final do primeiro trimestre.
Veja os 10 maiores lucros do primeiro trimestre entre bancos brasileiros
Itaú Unibanco - R$ 3,234 bilhões (2010)
Banco do Brasil - R$ 2,351 bilhões (2010)
Banco do Brasil - R$ 2,347 bilhões (2008)
Banco do Brasil - R$ 2,343 bilhões (2006)
Bradesco - R$ 2,103 bilhões (2010)
Bradesco - R$ 2,102 bilhões (2008)
Itaú Unibanco - R$ 2.043 bilhões (2008)
Itaú Unibanco - R$ 2,015 bilhões (2009)
Itaú Unibanco - R$ 1,902 bilhões (2007)
Bradesco - R$ 1,723 bilhão (2009)
NOS PROXÍMOS POSTES DO DESEPENHO DOS BANCOS BRASILEIROS UM ESPAÇO PARA CADA UM COM SEUS LUCROS E PERSPECTIVA PARA OS PROXIMOS ANOS.
Por que os bancos lucram tanto no Brasil
Em 11 de agosto de 1993, a revista Veja publicou reportagem de capa sobre como os bancos continuavam se dando bem enquanto o resto do país vivia uma gravíssima crise econômica.
De lá para cá, as principais instituições financeiras do país continuam registrando lucros altos, algumas com recordes Entenda como o setor vem reagindo às bruscas mudanças de ambiente econômico pelas quais o Brasil passou nos últimos anos.
O que dizia a reportagem de Veja:
Faz parte da tradição das grandes companhias comemorar os lucros e desculpar-se com os acionistas pelos prejuízos em seus balanços. Nos últimos dias, algumas das principais instituições financeiras do país divulgaram os resultados do primeiro semestre de 1993. Os ganhos são altos, mas os bancos pareciam meio constrangidos ao apresentá-los.
Como todo mundo, gostam de ganhar dinheiro, é óbvio. Mas quanto menos se falar no assunto melhor para eles. Entre janeiro e junho deste ano, o Bradesco, o maior banco privado brasileiro, teve um lucro de 161,6 milhões de dólares. É dinheiro gordo. O Itaú, o segundo da lista, acumulou um lucro de 125,7 milhões de dólares no primeiro semestre. Mergulhou numa piscina de dinheiro 35% mais cheia que a do primeiro semestre de 1992.
O Unibanco afagou 40,7 milhões neste ano, contra 29,9 milhões nos seis primeiros meses de 1992, sempre em dólares. É fascinante, espetacular, incrível. É um espanto como esses bancos conseguem ganhar dinheiro.
Como em todo lugar do mundo, os banqueiros nacionais ganham dinheiro cobrando juros. Na verdade, ganham com a diferença entre os juros que pagam e os juros que cobram. Com a inflação de 32% ao mês, eles exigem taxas muito mais elevadas que seus colegas estrangeiros devido ao risco de o capital ser pulverizado pela hiperinflação ou pela inadimplência de credores duvidosos, como o próprio governo federal.
Os estaduais, diga-se, são piores ainda. Assim, no governo Collor, os bancos chegaram a cobrar uma baba de dinheiro (40% de juros reais ao ano) pela compra de títulos públicos.
Para os bancos, aquilo que é a maior desgraça nacional – a inflação – transforma-se numa galinha dos ovos de ouro. Só a má-fé justificaria a afirmação de que os banqueiros, todos eles, torcem para que o Brasil vá mais para o abismo inflacionário, apenas para que seus lucros aumentem. Isso não impede que os bancos façam o possível para tirar o máximo – e tiram – de uma situação que não foi criada por eles. A rede bancária nacional passou por um emagrecimento nos meses seguintes ao confisco dos cruzados novos no Plano Collor, voltou a crescer e tem hoje quase o mesmo tamanho que o do início de 1990, quando a inflação chegou a 80% ao mês.
…
Os resultados dos bancos de 1993 até os dias de hoje:
Quando o Plano Real cortou a jugular da inflação em 1994, os analistas disseram que os bancos sofreriam para sobreviver com estabilidade financeira. Depois, previu-se que seriam engolidos pelos bancos estrangeiros, tidos como mais eficientes, modernos e adaptados à vida sem inflação.
Por último, alguns especialistas estimaram que o lucro dos bancos despencaria na mesma proporção que a taxa básica de juros definida pelo Banco Central. Os balanços dos grandes bancos do país, contudo, não refletiram essas previsões. Mais de uma década depois da publicação da reportagem de Veja, os bancos líderes do mercado formavam o setor da economia que mais rápida e eficientemente reagiu às bruscas mudanças de ambiente econômico pelas quais o Brasil passou. Mesmo com inflação relativamente baixa e eventuais cortes de juros, os lucros continuam quebrando recordes.
De fevereiro de 2003 até fevereiro de 2004, por exemplo, a Selic caiu 10 pontos porcentuais. Foi de 26,5% ao ano para 16,5%. Ela é alta em termos comparativos e quase exorbitante quando se extrai dela o item em que o Brasil é campeão mundial, o juro real. Mas, mesmo com a queda de 10 pontos na Selic, o lucro dos bancos cresceu no mesmo período. A comparação com os números de 1993 mostra o grau de crescimento dessas instituições: o Itaú, que lucrara 125,7 milhões de dólares no primeiro semestre daquele ano, fechou 2003 lucrando 3,1 bilhões de reais – cerca de 1 bilhão de dólares.
O Bradesco teve um lucro de 161,6 milhões de dólares na primeira metade de 1993; no balanço de 2003, contou 2,3 bilhões de reais de lucro. Os resultados são históricos quando não se leva em conta o efeito da inflação. Em um período de Selic declinante, o lucro do Bradesco aumentou 14% e o do Itaú, 32,6%.
Os dez maiores bancos instalados atualmente no Brasil tiveram um lucro superior a 1000% nos últimos dez anos. As instituições financeiras brasileiras sobreviviam basicamente de emprestar dinheiro ao governo na era da inflação. Agora que reencontraram a sua vocação real, de financiar o consumo e o investimento privado, descobriram que podem ganhar muito mais.
Essa fase de ouro ficou ainda mais evidente em 2008, momento em que os maiores bancos europeus e americanos sangraram com perdas bilionárias, resultado de apostas equivocadas no mercado hipotecário – o que resultou na crise financeira que chacoalhou o mundo até 2009. O Banco do Brasil alcançou em 2009 o melhor resultado de sua história, com um lucro de 10,148 bilhões de reais e crescimento de 15% em relação a 2008, seguido pelo Itaú Unibanco – gigante resultante da fusão em 2008 – com 10,067 bilhões de reais no mesmo ano. No início de 2011, o Bradesco anunciou ter registrado lucro de 10,022 bilhões de reais no ano passado – o terceiro maior da história dos bancos de capital aberto brasileiros.
De lá para cá, as principais instituições financeiras do país continuam registrando lucros altos, algumas com recordes Entenda como o setor vem reagindo às bruscas mudanças de ambiente econômico pelas quais o Brasil passou nos últimos anos.
O que dizia a reportagem de Veja:
Faz parte da tradição das grandes companhias comemorar os lucros e desculpar-se com os acionistas pelos prejuízos em seus balanços. Nos últimos dias, algumas das principais instituições financeiras do país divulgaram os resultados do primeiro semestre de 1993. Os ganhos são altos, mas os bancos pareciam meio constrangidos ao apresentá-los.
Como todo mundo, gostam de ganhar dinheiro, é óbvio. Mas quanto menos se falar no assunto melhor para eles. Entre janeiro e junho deste ano, o Bradesco, o maior banco privado brasileiro, teve um lucro de 161,6 milhões de dólares. É dinheiro gordo. O Itaú, o segundo da lista, acumulou um lucro de 125,7 milhões de dólares no primeiro semestre. Mergulhou numa piscina de dinheiro 35% mais cheia que a do primeiro semestre de 1992.
O Unibanco afagou 40,7 milhões neste ano, contra 29,9 milhões nos seis primeiros meses de 1992, sempre em dólares. É fascinante, espetacular, incrível. É um espanto como esses bancos conseguem ganhar dinheiro.
Como em todo lugar do mundo, os banqueiros nacionais ganham dinheiro cobrando juros. Na verdade, ganham com a diferença entre os juros que pagam e os juros que cobram. Com a inflação de 32% ao mês, eles exigem taxas muito mais elevadas que seus colegas estrangeiros devido ao risco de o capital ser pulverizado pela hiperinflação ou pela inadimplência de credores duvidosos, como o próprio governo federal.
Os estaduais, diga-se, são piores ainda. Assim, no governo Collor, os bancos chegaram a cobrar uma baba de dinheiro (40% de juros reais ao ano) pela compra de títulos públicos.
Para os bancos, aquilo que é a maior desgraça nacional – a inflação – transforma-se numa galinha dos ovos de ouro. Só a má-fé justificaria a afirmação de que os banqueiros, todos eles, torcem para que o Brasil vá mais para o abismo inflacionário, apenas para que seus lucros aumentem. Isso não impede que os bancos façam o possível para tirar o máximo – e tiram – de uma situação que não foi criada por eles. A rede bancária nacional passou por um emagrecimento nos meses seguintes ao confisco dos cruzados novos no Plano Collor, voltou a crescer e tem hoje quase o mesmo tamanho que o do início de 1990, quando a inflação chegou a 80% ao mês.
…
Os resultados dos bancos de 1993 até os dias de hoje:
Quando o Plano Real cortou a jugular da inflação em 1994, os analistas disseram que os bancos sofreriam para sobreviver com estabilidade financeira. Depois, previu-se que seriam engolidos pelos bancos estrangeiros, tidos como mais eficientes, modernos e adaptados à vida sem inflação.
Por último, alguns especialistas estimaram que o lucro dos bancos despencaria na mesma proporção que a taxa básica de juros definida pelo Banco Central. Os balanços dos grandes bancos do país, contudo, não refletiram essas previsões. Mais de uma década depois da publicação da reportagem de Veja, os bancos líderes do mercado formavam o setor da economia que mais rápida e eficientemente reagiu às bruscas mudanças de ambiente econômico pelas quais o Brasil passou. Mesmo com inflação relativamente baixa e eventuais cortes de juros, os lucros continuam quebrando recordes.
De fevereiro de 2003 até fevereiro de 2004, por exemplo, a Selic caiu 10 pontos porcentuais. Foi de 26,5% ao ano para 16,5%. Ela é alta em termos comparativos e quase exorbitante quando se extrai dela o item em que o Brasil é campeão mundial, o juro real. Mas, mesmo com a queda de 10 pontos na Selic, o lucro dos bancos cresceu no mesmo período. A comparação com os números de 1993 mostra o grau de crescimento dessas instituições: o Itaú, que lucrara 125,7 milhões de dólares no primeiro semestre daquele ano, fechou 2003 lucrando 3,1 bilhões de reais – cerca de 1 bilhão de dólares.
O Bradesco teve um lucro de 161,6 milhões de dólares na primeira metade de 1993; no balanço de 2003, contou 2,3 bilhões de reais de lucro. Os resultados são históricos quando não se leva em conta o efeito da inflação. Em um período de Selic declinante, o lucro do Bradesco aumentou 14% e o do Itaú, 32,6%.
Os dez maiores bancos instalados atualmente no Brasil tiveram um lucro superior a 1000% nos últimos dez anos. As instituições financeiras brasileiras sobreviviam basicamente de emprestar dinheiro ao governo na era da inflação. Agora que reencontraram a sua vocação real, de financiar o consumo e o investimento privado, descobriram que podem ganhar muito mais.
Essa fase de ouro ficou ainda mais evidente em 2008, momento em que os maiores bancos europeus e americanos sangraram com perdas bilionárias, resultado de apostas equivocadas no mercado hipotecário – o que resultou na crise financeira que chacoalhou o mundo até 2009. O Banco do Brasil alcançou em 2009 o melhor resultado de sua história, com um lucro de 10,148 bilhões de reais e crescimento de 15% em relação a 2008, seguido pelo Itaú Unibanco – gigante resultante da fusão em 2008 – com 10,067 bilhões de reais no mesmo ano. No início de 2011, o Bradesco anunciou ter registrado lucro de 10,022 bilhões de reais no ano passado – o terceiro maior da história dos bancos de capital aberto brasileiros.
BC volta a elevar Selic para conter inflação
Rio de Janeiro, 2 mar (EFE).- O Banco Central elevou nesta quarta-feira novamente a taxa básica de juros em 0,5%, até 11,75% ao ano, como ferramenta para frear a inflação, que nos últimos 12 meses acumulou sua maior alta em seis anos (6%).
O organismo emissor informou em comunicado que o aumento dos juros até o mesmo nível em que estava em março de 2009 foi aprovado de forma unânime pelos membros do Comitê de Política Monetária (Copom), após uma reunião de quatro horas.
É a segunda vez que o Banco Central eleva a Selic desde que a presidente Dilma Rousseff assumiu o poder, em 1º de janeiro.
Em reunião em 19 de janeiro, o organismo já tinha elevado os juros igualmente em 0,5%, também diante da preocupação de alta na inflação, que segue acelerada apesar da taxa de juros do Brasil já ser uma das maiores do mundo em termos reais.
O anúncio do aumento na taxa de juros, apesar de já ser esperado pelo mercado, foi recebido com críticas pelas associações empresariais e sindicais, que alegam que a medida desestimula o investimento produtivo e, consequentemente, a geração de emprego.
Os economistas dos bancos privados consultados pelo próprio Banco Central preveem que a autoridade monetária voltará a elevar os juros nas reuniões que o Copom terá em 20 de abril e 8 de junho, e que a taxa chegará a 12,5% ao ano.
O Banco Central considera que o forte crescimento da economia brasileira, que no ano passado foi perto de 7,5%, é o que vem pressionando a inflação, e já no final de 2010 tinha adotado medidas para desacelerar o consumo, entre elas um aumento do depósito compulsório.
A inflação brasileira acumulada nos últimos 12 meses até janeiro ficou em 6%, muito acima da meta de 4,5% que o Governo fixou para este ano.
O organismo emissor informou em comunicado que o aumento dos juros até o mesmo nível em que estava em março de 2009 foi aprovado de forma unânime pelos membros do Comitê de Política Monetária (Copom), após uma reunião de quatro horas.
É a segunda vez que o Banco Central eleva a Selic desde que a presidente Dilma Rousseff assumiu o poder, em 1º de janeiro.
Em reunião em 19 de janeiro, o organismo já tinha elevado os juros igualmente em 0,5%, também diante da preocupação de alta na inflação, que segue acelerada apesar da taxa de juros do Brasil já ser uma das maiores do mundo em termos reais.
O anúncio do aumento na taxa de juros, apesar de já ser esperado pelo mercado, foi recebido com críticas pelas associações empresariais e sindicais, que alegam que a medida desestimula o investimento produtivo e, consequentemente, a geração de emprego.
Os economistas dos bancos privados consultados pelo próprio Banco Central preveem que a autoridade monetária voltará a elevar os juros nas reuniões que o Copom terá em 20 de abril e 8 de junho, e que a taxa chegará a 12,5% ao ano.
O Banco Central considera que o forte crescimento da economia brasileira, que no ano passado foi perto de 7,5%, é o que vem pressionando a inflação, e já no final de 2010 tinha adotado medidas para desacelerar o consumo, entre elas um aumento do depósito compulsório.
A inflação brasileira acumulada nos últimos 12 meses até janeiro ficou em 6%, muito acima da meta de 4,5% que o Governo fixou para este ano.
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