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quarta-feira, 24 de abril de 2013
Governo resiste a multa menor para domésticas Ministro do Trabalho disse ser contra a proposta do senador Romero Jucá de reduzir a multa do FGTS das domésticas de 40% para 10% 23 de abril de 2013 | 22h 06
Débora Álvares, de O Estado de S. Paulo
BRASÍLIA - O governo se mostrou contrário à proposta de reduzir a multa do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) nas demissões de trabalhadores domésticos sem justa causa, como sugerida pelo relator da regulamentação da PEC das domésticas no Congresso Nacional, senador Romero Jucá (PMDB-RR).
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Embora o parlamentar busque um acordo com o governo para apresentar dois projetos de lei com a regulamentação - um de ordem prática e, outro, que vai tratar de questões econômicas -, o governo avisou que não tem prazo para apresentar uma resposta à sociedade sobre os pontos que ainda estão indefinidos na Emenda Constitucional.
Segundo o ministro do Trabalho, Manoel Dias, o porcentual pago pelos patrões que demitirem seus empregados domésticos sem uma justificativa plausível deve ser o mesmo adotado para os demais empregadores, ou seja, de 40%.
Segundo Dias, o posicionamento será apresentado em uma reunião interministerial na sexta-feira.
"A nossa proposta é de 40%, o que estende para trabalhadores domésticos os mesmos direitos dos demais trabalhadores", destacou nesta terça-feira, após se reunir com entidades do setor.
Jucá defende que a multa do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para casos de demissão sem justa causa seja de 10%.
Os patrões que entrarem em acordo com seus empregados na hora de demiti-los teriam uma redução da multa e pagariam 5%.
Inflação. Para o senador, o posicionamento do ministro Manoel Dias é individual e não muda sua posição sobre a questão.
"Até a Constituição de 88, a multa era de 10%, mas nela essa questão entrou nas disposições transitórias, que multiplicaram o valor por quatro e definiram que a matéria deveria ser regulamentada posteriormente", afirmou o senador.
Ele destacou, ainda, a importância, para as famílias brasileiras, de se diminuir o porcentual. "Vivíamos naquela época uma inflação elevada, 40% era algo que valia parte da inflação de um ano; 40% hoje representam 5 anos de taxa Selic, ou quase 7 anos de caderneta de poupança", argumentou.
Apesar de o senador Romero Jucá argumentar que a diminuição da multa seria benéfica para as empregadas domésticas, que teriam mais formalização, a presidente da Federação Nacional das Empregadas Domésticas, Creuza Maria de Oliveira, comemorou o direcionamento do governo.
"Lutamos por direito iguais. Se a multa for de 39,99%, continua sendo desigualdade", disse Maria Creuza.
Você está em Economia BC aprova associação entre Itaú Unibanco e Banco BMG O BC considerou que 'a operação não gera efeitos adversos à concorrência no mercado avaliado e que apresenta viés pró-concorrencial' 23 de abril de 2013 | 14h 44
Eduardo Cucolo, da Agência Estado
BRASÍLIA - A diretoria colegiada do Banco Central (BC) aprovou a associação entre o Itaú Unibanco e o Banco BMG na área de crédito consignado. O BC considerou que "a operação não gera efeitos adversos à concorrência no mercado avaliado e que apresenta viés pró-concorrencial".
A parceria entre os dois bancos foi anunciada em julho do ano passado e envolve a operação do Banco Itaú BMG Consignado S.A. (CNPJ 33.885.724), com participação de 70% do Itaú e 30% do BMG. Também foi aprovada pelo Departamento de Organização do Sistema Financeiro (Deorf) a mudança de denominação social do Banco Itaú Consignado S.A. (CNPJ 33.885.724) para Banco Itaú BMG Consignado S.A.. As duas decisões foram publicadas hoje no Diário Oficial da União e no BC Correio.
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Itaú Unibanco lança cartão com juros a 5,99% ao mês; veja se vale a pena Para especialista, consumidor deve ficar atento, pois cartão só é vantajoso para quem comprar em data próxima ao vencimento da fatura Por Gladys Ferraz Magalhães |18h00 | 03-08-2012
SÃO PAULO - Na próxima quinta-feira (9), os consumidores brasileiros terão à disposição um novo conceito de cartão de crédito. Batizado de Itaucard 2.0, o plástico, pertencente ao Itaú Unibanco, terá juros fixos de 5,99% ao mês, praticamente a metade da média do mercado, de 12%.
De acordo com o banco, a instituição analisou diversos modelos de cartões de crédito existentes no mercado internacional para chegar ao produto atual. Além dos juros mais baixos, outra mudança importante em relação aos cartões existentes no mercado, é o fato d e que, em caso de atraso ou não pagamento total da fatura, a mesma será cobrada a partir da data de cada compra e não mais a partir da data de vencimento da fatura.
Na opinião do vice-presidente da Anefac (Associação Nacional de Executivos de Finanças), Miguel Ribeiro de Oliveira, o consumidor deve ficar atento, pois o cartão só é vantajoso para quem comprar em uma data próxima ao vencimento da conta. Caso contrário, a prestação pode chegar a ser maior do que nos outros plásticos disponíveis no mercado.
“Primeiramente é importante destacar que o novo formato vai ficar confuso ao consumidor, que terá dificuldades de entender os cálculos de cobrança dos juros (…) Com esta nova metodologia de cobrança, em algumas situações, realmente o consumidor vai pagar um valor menor de juros, entretanto, em outras situações, o valor pago de juros será maior do que na metodologia utilizada por todas as empresas no mercado”, diz.
Simulações
Para que o consumidor entenda melhor o que pode acontecer, o especialista realizou três simulações:
Para que o consumidor entenda melhor o que pode acontecer, o especialista realizou três simulações:
O primeiro exemplo considera uma compra de R$ 1 mil feita em 05 de agosto, por exemplo, para um cartão cuja fatura vence em 25 de agosto, ou seja 20 dias até o vencimento do cartão. Considerando que a pessoa efetue o pagamento mínimo de 15% da fatura e não compre mais até o vencimento, ela pagará o seguinte:
Cartão normal: em 25/08 este consumidor pagaria o mínimo de 15% sobre a compra de R$ 1.000,00, correspondente a R$ 150,00;
Em 25/09 este consumidor pagaria juros de 12% ao mês sobre o saldo financiado de R$ 850,00 – R$ 850,00 x 12% ao mês = R$ 102,00.
Total da fatura: R$ 102,00
Novo cartão Itaú: em 25/08 este consumidor pagaria o mínimo de 15% sobre a compra de R$ 1.000,00, correspondente a R$ 150,00.
De 05/08 a 25/08 (20 dias) este consumidor pagaria juros de 5,99% ao mês sobre o valor da compra, correspondente a R$ 39,93, cobrança que não existe no cartão normal;
De 25/08 a 25/09 (30 dias) este consumidor pagaria juros de 5,99% ao mês, o saldo financiado de R$ 850,00 – R$ 850,00 X 5,99% ao mês = R$ 50,92; Total:
Total da fatura:R$ 90,85 (R$ 39,93 + R$ 50,92)
No segundo exemplo, a compra é novamente de R$ 1 mil, mas foi realizada em 25 de agosto, ou seja com 30 dias até o vencimento. Neste caso, para uma fatura com vencimento em 25 de setembro e pagamento de 15%, a situação é a seguinte:
Cartão normal: em 25/08 este consumidor pagaria o mínimo de 15% sobre a compra de R$ 1.000,00, correspondente a R$ 150,00;
Em 25/09 este consumidor pagaria juros de 12% ao mês sobre o saldo financiado de R$ 850,00 – R$ 850,00 X 12% ao mês = R$ 102,00;
Total: R$ 102 em 25 de setembro
Novo cartão Itaú: em 25/08 este consumidor pagaria o mínimo de 15% sobre a compra de R$ 1.000,00, correspondente a R$ 150,00;
De 25/08 a 25/09 (30 dias) este consumidor pagaria juros de 5,99% ao mês sobre o valor da compra, aqui de R$ 1.000,00, correspondente a R$ 59,90, cobrança que não existe no cartão normal.
De 25/08 a 25/09 (30 dias) este consumidor pagaria juros de 5,99% ao mês, o saldo financiado de R$ 850,00 – R$ 850,00 X 5,99% ao mês = R$ 50,92;
Total:R$ 110,82 (R$ 59,90 + R$ 50,92)
No terceiro e último exemplo, o cliente faz a compra de R$ 1 mil em 05 de agosto, ou seja 20 dias até o vencimento da fatura do cartão, em 25 de agosto; e depois volta a comprar em 30 de agoto, 25 dias após o vencimento da fatura. Novamente, o consumidor realiza o pagamento mínimo de 15%.
Cartão normal: em 25/08 este consumidor pagaria o mínimo de 15% sobre a compra de R$ 1.000,00, correspondente a R$ 150,00;
Em 25/09 a sua fatura do cartão de crédito estaria:
- R$ 850,00 saldo devedor anterior
- R$ 500,00 nova compra feita em 30/08
- R$ 102,00 juros de 12% ao mês sobre o valor financiado de R$ 850,00
Ou seja, saldo devedor da fatura de R$ 1.452 e juros, em 25 de setembro, de R$ 102.
Novo Cartão Itaú: em 25/08 este consumidor pagaria o mínimo de 15% sobre a compra de R$ 1.000,00, correspondente a R$ 150,00;
Em 25/09 a sua fatura do cartão de crédito estaria:
- R$ 850,00 saldo devedor anterior
- R$ 500,00 Nova compra feita em 30/08
- R$ 39,93 juros de 5,99% ao mês sobre o valor da compra de R$ 1.000,00 feita em 05/08
- R$ 50,92 juros de 5,99% ao mês sobre o valor financiado de R$ 850,00
- R$ 24,96 juros de 5,99% ao mês sobre a nova compra de R$ 500,00 de 30/08 a 25/09
Ou seja, saldo devedor da fatura de R$ 1.465,81, com juros em 25 de setembro de R$ 115,81 (R$ 39,93 + R$ 50,92 + R$ 25,96).
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Herdeira perde disputa bilionária com o Bradesco Lia Maria Aguiar, uma das três filhas do fundador do banco, pedia a anulação de uma venda de ações feita pelo pai há 30 anos
Um dia antes de aparecer pela segunda vez na lista dos mais ricos do mundo da revista 'Forbes', divulgada na semana passada, uma das três filhas do fundador do Bradesco, Amador Aguiar, sofreu uma dura derrota na Justiça. Na terça-feira, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou o processo em que Lia Maria Aguiar pede a anulação de um negócio feito pelo pai 30 anos atrás e disputa um bilionário lote de ações com as entidades que hoje controlam o Bradesco.
A briga é antiga. Essas ações foram vendidas por Aguiar em 1983 ao banqueiro Antônio Carlos de Almeida Braga, que naquele momento se tornava sócio do Bradesco. Cinco anos depois, Braga deixou o banco e revendeu sua participação acionária - que hoje pertence à Fundação Bradesco, à Cidade de Deus e à Nova Cidade de Deus, entidades que controlam o banco. Mas, em 2003, com Aguiar já morto, as irmãs gêmeas Lia e Lina Maria Aguiar entraram na Justiça para contestar a transação.
Alegaram que as ações eram parte de sua herança e foram vendidas ilegalmente pelo pai. Queriam desfazer a venda e receber o lote de volta, além de uma indenização. Perderam em primeira e segunda instâncias, e Lina desistiu do processo. Lia seguiu sozinha na briga.
O valor das ações em disputa não foi calculado, até porque o processo é antigo e envolve muitas variáveis, mas estima-se que o lote corresponderia hoje a mais de R$ 1 bilhão. Isso é pouco menos de 1% do valor de mercado do Bradesco (R$ 115 bilhões). Mas, se Lia tivesse vencido nos tribunais, a soma seria suficiente para fazê-la subir vários degraus no ranking da Forbes.
A lista da semana passada mostra essa senhora, de 74 anos e patrimônio de R$ 1,7 bilhão, entre os 35 mais ricos do Brasil e no posto 1.075 do ranking mundial. A gêmea Lina tem mais: aparece em 913.º lugar, com patrimônio de mais de R$ 2,3 bilhões.
Por cinco votos a zero, o STJ decidiu que as ações ficam onde estão (Fundação Bradesco, Cidade de Deus e Nova Cidade de Deus), mas Lia vai recorrer. "Entraremos com os recursos legalmente cabíveis", diz seu advogado, Fernando Toffoli de Oliveira.
"É o terceiro julgamento que confirma a legalidade da venda das ações", diz o advogado José Diogo Bastos Neto, que defendeu os controladores do Bradesco junto com o escritório do advogado Arnoldo Wald. "Um juiz de primeira instância, três desembargadores e cinco ministros do STJ votaram todos na mesma direção. Isso é muito significativo".
Disputa. A briga começou quando Aguiar revogou a doação de ações do banco que havia feito para suas três filhas - a terceira é Maria Angela. Ele queria os papéis para vendê-los a Antônio Carlos Almeida Braga, que estava se associando ao Bradesco. Em troca, Braga incorporou a Atlântica Seguros, uma das maiores seguradoras do País, ao banco de Aguiar. Cinco anos depois, Braga deixou a sociedade e vendeu a participação às entidades que hoje controlam o Bradesco.
Na Justiça, Lia e Lina alegaram que foram forçadas a entregar suas ações para que o pai as vendesse ao novo sócio e não receberam por isso. "As doações foram revogadas de comum acordo e elas foram pagas com outras ações. Mas, depois que o pai morreu, elas quiseram rever tudo", diz Arnoldo Wald, advogado dos controladores do Bradesco.
A decisão do STJ é mais um capítulo na barafunda de processos que envolve a família de Amador Aguiar. O banqueiro morreu em 1991, aos 86 anos, e deixou duas heranças: o Bradesco, que durante 47 anos foi o maior banco privado do País, e uma família inteira em pé de guerra. As três filhas, onze netos e a viúva 39 anos mais jovem do que ele passaram a enfrentar uns aos outros na Justiça por causa da herança do banqueiro.
Exumação. Armados de advogados, cada lado devassou o testamento de Aguiar, doações, escrituras e toda sorte de documentos deixados por ele, à procura de falhas e dúvidas que pudessem ser exploradas nos tribunais. O resultado foi um cipoal de processos que se arrastam há mais de duas décadas e tiveram como ponto mais dramático um pedido para exumação do corpo de Aguiar, feito pela viúva Cleide Campaner Aguiar - e negado pela Justiça.
No final de 2010, num outro processo, o STJ deu uma decisão favorável a Cleide, segunda mulher de Aguiar, na disputa com os herdeiros do primeiro casamento pelos bens pessoais do banqueiro, avaliados em R$ 150 milhões.
Cleide e Aguiar se casaram em outubro de 1990, depois de oito anos de relacionamento. Ele morreu quatro meses depois, deixando tudo para a segunda mulher. Os netos de Aguiar contestaram a validade do testamento, alegando que o avô estava incapaz. Nos processos, o fundador do Bradesco foi apresentado como um homem senil, que usava cadeira de rodas para se locomover e usava fraldas. Um triste fim para um dos maiores empreendedores brasileiros de todos os tempos.
25/04/2012 12h33 - Atualizado em 25/04/2012 12h36 Citibank anuncia redução de taxas de juros para pessoa física Crédito Imobiliário terá taxa de 8,90% ao ano mais taxa referencial (TR). Banco também reduziu taxas de crédito pessoal e cheque especial.
O Citibank anunciou nesta quarta-feira (25) redução de juros para pessoa física, seguindo o movimento já feito por outros bancos. As novas taxas passarão a valer a partir de 2 de maio, com destaque para o crédito imobiliário, que terá taxa de 8,90% ao ano mais taxa referencial (TR) nas condições do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).
O banco também reduziu as taxas nas linhas de crédito pessoal, com taxas a partir de 1,69% ao mês, e financiamento de veículos, a partir de 0,99% ao mês. No caso do cheque especial, a taxas serão a partir de 1,99% ao mês para os contratos vigentes.
O banco também reduziu as taxas nas linhas de crédito pessoal, com taxas a partir de 1,69% ao mês, e financiamento de veículos, a partir de 0,99% ao mês. No caso do cheque especial, a taxas serão a partir de 1,99% ao mês para os contratos vigentes.
O Citibank não informou as taxas cobradas atualmente nestas operações.
Em comunicado, o banco disse que as taxas podem variar de acordo com o relacionamento do cliente com o banco ou com as condições de prazo e valor do contrato.
“Em linha com o novo cenário da economia brasileira, de juros mais baixos e estímulo ao crédito, vamos reduzir nossas taxas, buscando contribuir para o crescimento econômico do país”, afirmou, em comunicado, Leonel Andrade, responsável pela área de Consumer Business do Citi Brasil.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Caixa diz que redução de taxas de juros será ação contínua 25/04/2012 - 10h20
Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil
Repórter da Agência Brasil
Brasília - A redução de juros anunciada pela Caixa Econômica Federal é permanente, segundo o vice-presiden a Caixa sempre fará estudos de custos, questões operacionais e nível de inadimplência para avaliar reduções de taxas. Hoje, no lançamento do 8º Feirão Caixa da Casa Própria, o banco promete anunciar corte nas taxas de juros do crédito imobiliário.
De acordo com Lenza, a Caixa se antecipou ao cenário de taxas de juros mais baixas no país. "A Caixa decidiu se antecipar e dividir parte do lucro líquido com os nossos clientes", acrescentou. Segundo ele, a decisão de reduzir juros não foi política. "É uma questão mercadológica", destacou, em entrevista ao programa Brasil em Pauta.
Neste mês, a Caixa e o Banco do Brasil anunciaram redução de taxas de juros e foram seguidos pelas instituições privadas Itaú, Bradesco, HSBC e Santander.
O programa Brasil em Pauta é feito pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, em parceria com a EBC Serviços.
Edição: Juliana Andrade
te de Pessoa Física do banco, Fábio Lenza. "É uma ação contínua. Não é uma promoção", disse.
De acordo com ele,
sábado, 21 de abril de 2012
Bradesco e Itaú seguem concorrentes e anunciam redução das taxas de juros Instituições vão cobrar menos por dinheiro emprestado a empresas e a correntistas
O Bradesco e o Itaú seguiram a recomendação do governo e anunciaram nesta quarta-feira (18) a redução dos juros para clientes pessoa física e jurídica. A medida está em linha com as diminuições das taxas adotadas, primeiro, pelos bancos públicos Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal e, depois, por HSBC e Santander.
BC decide nova taxa de juros. Entenda efeito no bolso
Juntos, Itaú e Bradesco vão oferecer seis linhas de crédito com juros menores para os clientes pessoa física. Em comunicado, o Bradesco informou que as linhas de crédito beneficiadas com a queda dos juros para pessoa física são financiamento de veículos, crédito pessoal, crédito consignado ao aposentado e aquisição de bens.
No crédito pessoal, os juros diminuem de 2,66% para a partir de 1,97% ao mês. Na linha de crédito para a compra de bens, a taxa foi reduzida de 3,54% para a partir de 2,97% ao mês.
No financiamento de veículos, a taxa que era de 1,35% passou a ser a partir de 0,97% ao mês. Já nas operações de crédito consignado ao aposentado do INSS, o Bradesco reduziu a taxa de 1,32% para a partir de 0,90% ao mês.
Para os cartões de crédito, as taxas para parcelamento terão juros a partir de 2,49% ao mês, com prazo de até 24 meses para saldar a dívida.
No caso das micros e pequenas empresas, o banco vai liberar R$ 1 bilhão para capital de giro e crédito para a compra de máquinas e equipamentos. Nesta linha de crédito, a nova taxa é de 2,9% ao mês, enquanto que a anterior era de 5,56%.
Em nota, o Bradesco afirmou que "sua estratégia é valorizar o relacionamento com os clientes, além de oferecer atrativos a potenciais novos parceiros".
Além disso, os juros mais baixos "possibilitam e facilitam a inclusão bancária da população brasileira e não há exigência de outras contrapartidas, somente o processo natural de aprovação de crédito e a adesão do cliente ao produto em sua conta-corrente".
Itaú
O Itaú reduziu as taxas para financiamento de veículos e do crédito consignado INSS. No caso do financiamento de veículos, a taxa mínima cai para 0,99% ao mês, mas só vale para correntistas há mais de um ano. Além disso, o cliente tem que dar 50% de entrada e parcelar o restante em até 24 meses.
Nos empréstimos consignados para beneficiários do INSS, a taxa mínima foi reduzida para 0,89%, e a máxima, para 2,2% ao mês. As novas taxas passam a valer a partir da próxima segunda-feira (23).
O presidente do Itaú Unibanco, Roberto Setubal, afirmou, em nota, que "em linha com as reduções da taxa básica de juros pelo Banco Central e com o cenário de crescimento econômico positivo para o País no segundo semestre de 2012, anunciamos estas reduções de taxas".
- Desta forma, com a redução dos spreads, acreditamos que damos mais uma contribuição para o processo de transformação e desenvolvimento nacional.
Para as micro e pequenas empresas, o Itaú diminuiu as taxas mínimas do cheque especial (LIS) para a partir de 1,95% ao mês. No capital de giro, os juros serão a partir de 1,14% ao mês, e, em desconto de duplicatas e cheques, a partir de 1,29% ao mês.
Na antecipação de recebíveis de cartões, a taxa mínima passa a ser de 1,05% ao mês. Hoje o volume de crédito disponível para este segmento é superior a R$ 70 bilhões.
Conta-salário
Os clientes que já recebem o salário pelo banco e os brasileiros que trocarem a conta-salário para o banco terão juros reduzidos em diversas linhas de crédito.
No cheque especial, a taxa cai para 1,95% ao mês e, no cartão de crédito, o rotativo passará a ter taxas mínimas a partir de 3,85% ao mês.
Corte de juros
Na última terça-feira (17), o Santander anunciou redução de juros em linhas de financiamentos a pequenos empresários. Na semana passada, o HSBC foi o primeiro banco privado a aderir às reduções dos juros.
Os primeiros bancos a cortar os juros para pessoas físicas e empresas foram o Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, numa ofensiva do governo para forçar queda no spread bancário (a diferença entre o que os bancos pagam para captar o dinheiro e o tanto que cobram dos clientes).
BC decide nova taxa de juros. Entenda efeito no bolso
Juntos, Itaú e Bradesco vão oferecer seis linhas de crédito com juros menores para os clientes pessoa física. Em comunicado, o Bradesco informou que as linhas de crédito beneficiadas com a queda dos juros para pessoa física são financiamento de veículos, crédito pessoal, crédito consignado ao aposentado e aquisição de bens.
No crédito pessoal, os juros diminuem de 2,66% para a partir de 1,97% ao mês. Na linha de crédito para a compra de bens, a taxa foi reduzida de 3,54% para a partir de 2,97% ao mês.
No financiamento de veículos, a taxa que era de 1,35% passou a ser a partir de 0,97% ao mês. Já nas operações de crédito consignado ao aposentado do INSS, o Bradesco reduziu a taxa de 1,32% para a partir de 0,90% ao mês.
Para os cartões de crédito, as taxas para parcelamento terão juros a partir de 2,49% ao mês, com prazo de até 24 meses para saldar a dívida.
No caso das micros e pequenas empresas, o banco vai liberar R$ 1 bilhão para capital de giro e crédito para a compra de máquinas e equipamentos. Nesta linha de crédito, a nova taxa é de 2,9% ao mês, enquanto que a anterior era de 5,56%.
Em nota, o Bradesco afirmou que "sua estratégia é valorizar o relacionamento com os clientes, além de oferecer atrativos a potenciais novos parceiros".
Além disso, os juros mais baixos "possibilitam e facilitam a inclusão bancária da população brasileira e não há exigência de outras contrapartidas, somente o processo natural de aprovação de crédito e a adesão do cliente ao produto em sua conta-corrente".
Itaú
O Itaú reduziu as taxas para financiamento de veículos e do crédito consignado INSS. No caso do financiamento de veículos, a taxa mínima cai para 0,99% ao mês, mas só vale para correntistas há mais de um ano. Além disso, o cliente tem que dar 50% de entrada e parcelar o restante em até 24 meses.
Nos empréstimos consignados para beneficiários do INSS, a taxa mínima foi reduzida para 0,89%, e a máxima, para 2,2% ao mês. As novas taxas passam a valer a partir da próxima segunda-feira (23).
O presidente do Itaú Unibanco, Roberto Setubal, afirmou, em nota, que "em linha com as reduções da taxa básica de juros pelo Banco Central e com o cenário de crescimento econômico positivo para o País no segundo semestre de 2012, anunciamos estas reduções de taxas".
- Desta forma, com a redução dos spreads, acreditamos que damos mais uma contribuição para o processo de transformação e desenvolvimento nacional.
Para as micro e pequenas empresas, o Itaú diminuiu as taxas mínimas do cheque especial (LIS) para a partir de 1,95% ao mês. No capital de giro, os juros serão a partir de 1,14% ao mês, e, em desconto de duplicatas e cheques, a partir de 1,29% ao mês.
Na antecipação de recebíveis de cartões, a taxa mínima passa a ser de 1,05% ao mês. Hoje o volume de crédito disponível para este segmento é superior a R$ 70 bilhões.
Conta-salário
Os clientes que já recebem o salário pelo banco e os brasileiros que trocarem a conta-salário para o banco terão juros reduzidos em diversas linhas de crédito.
No cheque especial, a taxa cai para 1,95% ao mês e, no cartão de crédito, o rotativo passará a ter taxas mínimas a partir de 3,85% ao mês.
Corte de juros
Na última terça-feira (17), o Santander anunciou redução de juros em linhas de financiamentos a pequenos empresários. Na semana passada, o HSBC foi o primeiro banco privado a aderir às reduções dos juros.
Os primeiros bancos a cortar os juros para pessoas físicas e empresas foram o Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, numa ofensiva do governo para forçar queda no spread bancário (a diferença entre o que os bancos pagam para captar o dinheiro e o tanto que cobram dos clientes).
| |||||||
| Nova taxa de juros | Nova taxa de juros | ||||||
| Crédito Consignado do INSS Cartões de Crédito Financiamento de Veículos Cheque Especial | de 0.85% a 1.8% a partir de 3%** de 0.99% a 2.65% não informado | Crédito Consignado do INSS Cartões de Crédito Financiamento de Veículos Cheque Especial | de 0.84% a 1.8% de 2.85%** a 9.47% de 0.98% a 2.25% de 1.35% a 4.27% | ||||
| Nova taxa de juros | Nova taxa de juros | ||||||
| Crédito Pessoal Crédito Consignado Financiamento de Veículos Cheque Especial | de 1.99% a 5.93% de 0.99% a 4.7% de 0.98% a 2.55% de 1.39% a 9.98% | Giro de Cartões Duplicatas Recebíveis de cartões Cheques | de 1.54% a 3.12% de 1.99% a 2.97% de 1.5% a 2% de 1.87% a 2.49% | ||||
| Agora* | Agora* | ||||||
| Crédito Pessoal Crédito Consignado para Aposentado Cartões de Crédito Financiamento de Veículos Crédito para compra de bens (CDC) Capital de Giro (empresas) | a partir de 1,97% a partir de 0,9% a partir de 2,49% a partir de 0,97% a partir de 2.97% a partir de 2.9% | Crédito Pessoal Crédito Consignado para Aposentado Cartões de Crédito** Financiamento de Veículos Cheque Especial** Cheque Especial para empresas Capital de Giro (empresas) Desconto de duplicatas e cheques (empresas) Recebíveis de cartões (empresas) | de 0.89% a 2.20% a partir de 3.85% a partir de 0.99% a partir de 1.95% a partir de 1.95% a partir de 1.14% a partir de 1.29% a partir de 1.05% | ||||
| Dicas para pagar menos juros |
| 1º - Fale com o gerente e pergunte sobre as menores taxas. Nem sempre o banco enquadra o cliente automaticamente na nova linha de crédito |
| 2º - Caso seu banco não ofereça taxa satisfatória, procure outros bancos e pesquise as taxas de juros |
| 3º - A taxa de juro varia de cliente para cliente. Para decidir a taxa, o banco leva em conta fatores como tempo de relacionamento e forma de uso do crédito |
*Taxas ao mês
**Com conta-salário
***Somente para empresas
Fontes: Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Santander, Itaú-Unibanco, HSBC e Bradesco
**Com conta-salário
***Somente para empresas
Fontes: Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Santander, Itaú-Unibanco, HSBC e Bradesco
Baixa do juro é possível porque cortamos margem, diz CEF
O corte dos juros é possível porque a Caixa Econômica Federal decidiu reduzir suas margens de lucro nas operações de crédito. Mesmo assim, o ganho do banco projetado para o ano de 2012 será, pelo menos, igual ao registrado em 2011. A afirmação é do vice-presidente de pessoa física do banco, Fábio Lenza. "Toda nossa programação é para não diminuir o lucro". Em entrevista à Agência Estado, o executivo afirmou que toda a redução dos juros que vigora há quase duas semanas foi possível porque o banco público decidiu reduzir a fatia destinada ao lucro nos empréstimos e financiamentos. "Toda a redução foi em cima da margem líquida", explica. "Em uma operação de crédito, temos os custos como da captação, inadimplência e impostos. O que sobra é o lucro e resolvemos repassar um pedaço desse ganho para os nossos clientes". Apesar de cortar o próprio ganho, a Caixa prevê que o lucro líquido de 2012 será, no mínimo, semelhante aos R$ 5,2 bilhões acumulado em 2011. "Não há redução do lucro. Toda a nossa programação, as curvas projetadas de crescimento e estudos indicam isso, mesmo com o corte de juros", afirma o executivo. Lenza explica que os ganhos permanecerão no patamar porque o banco irá emprestar com juros menores, mas para mais pessoas. Pelas estimativas da casa, serão adicionados 2 milhões de novos clientes durante o ano e, até dezembro, a Caixa quer terminar como terceiro maior banco no segmento de crédito. Hoje, está em quarto e o Bradesco ocupa a terceira posição. Sobre a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir novamente o juro básico da economia, Lenza disse que, por enquanto, a Caixa não prevê alteração das taxas para os clientes. Segundo ele, os juros são calculados no banco conforme o mercado de juros futuros e a redução dos juros anunciada na quarta-feira já era amplamente esperada.
quinta-feira, 22 de março de 2012
HSBC ANUNCIA SAÍDA DE DIRETOR EXECUTIVO NO BRASIL CONRADO ENGEL, VAI DEIXAR O CARGO NO FIM DO MÊS
O diretor executivo do HSBC no Brasil, Conrado Engel, vai deixar o cargo no fim do mês e se desligará do banco para assumir "novos desafios profissionais", informou o HSBC em comunicado, nesta segunda-feira (20/03).
A substituição de Engel será anunciada nos próximos dias, segundo o HSBC. Engel foi diretor executivo do banco no Brasil desde junho de 2009. As informações são da Dow Jones.
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