Mostrando postagens com marcador Saude. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Saude. Mostrar todas as postagens

sábado, 17 de dezembro de 2011

Lubrificação Íntima e Sexualidade

A sexualidade feminina pode ser dividida em quatro etapas: desejo, excitação, orgasmo e resolução. ? Na primeira fase, por meio de fantasias, cheiros, imagens e lembranças, a mulher desenvolve o "desejo". Por isso, o papel central "da cabeça" na resposta sexual feminina. ? Na fase da excitação, há aumento de sangue ajudando na dilatação e lubrificação da vagina.
Essa lubrificação, é essencial para que a mulher obtenha uma relação sexual prazerosa e sem dor. ? No orgasmo ocorre as contrações na vagina, útero e músculos próximos para finalmente ocorrer o relaxamento, a sensação de euforia e satisfação. ? Todas essas etapas acontecem principalmente juntas, sendo uma totalmente dependente da outra. Por isso, qualquer alteração em uma das fases, pode resultar em uma relação sexual menos satisfatória.
O que é lubrificação sexual íntima?
A lubrificação vaginal ou intima resulta de vários fatores, entre eles: hormonais, nervosos, psicológicos, sociais e outros ainda não elucidados. Eles são responsáveis pela produção aumentada de um muco indolor, incolor e transparente, que torna a vagina mais fácil a penetração.
Se eu não estiver lubrificada, posso sentir dor durante a relação sexual? Sim.
Na verdade a falta de lubrificação é um dos fatores mais comuns que levam ao aparecimento de dor durante a relação. Esta lubrificação pode estar diminuída durante a menopausa, após histerectomia radical, no período pós-parto e durante amamentação. Durante a radioterapia e quimioterapia é comum aparecimento de secura vaginal. Pacientes diabéticas, hipertensas e deprimidas também podem desenvolver este problema.
A falta de lubrificação pode causar pequenos sangramentos (spotting) até sangramentos mais intensos após a relação sexual. Isso ocorre, porque o atrito gerado sem a adequada lubrificação, acaba "machucando" a parede da vagina.
O que posso fazer para melhorar minha lubrificação?
Uma forma fácil e através da utilização dos lubrificantes vaginais, que imitam a lubrificação intima. É muito importante que se procure a ajuda do seu médico, para avaliar se é necessária a utilização de outros medicamentos juntamente com os lubrificantes.
Como os lubrificantes podem me ajudar?
Os lubrificantes "imitam" a lubrificação natural, tornando a relação sexual menos dolorosa e mais prazerosa. Algumas mulheres com resecamento vaginal constante, apresentam sintomas de coceira e sensação de queimação, que podem ser melhorados com utilização rotineira de lubrificantes íntimos.
Posso utilizar qualquer lubrificante?
Existem diversos lubrificantes disponíveis, por isso é necessário observar as características de cada um, para ver qual deles se encaixa melhor à suas necessidades e ao seu problema.
Existem diferenças entre lubrificantes? Essas diferenças podem prejudicar?
A principal diferença é quando a sua composição. Algumas são a base de substancias oleosas, que tecnicamente, são os "solúveis em óleo". Esses produtos, como a parafina e a vaselina, são de difícil remoção, podendo deixar resíduos na vagina. Além disso, não devem ser utilizados com preservativos sexuais de látex, ou por mulheres com diafragma.
Com que freqüência posso usá-los?
Toda vez que se deseje maior lubrificação local. Podem ser utilizados antes e durante a relação sexual ou em exames ginecológicos.
Qual o modo de uso?
Os lubrificantes íntimos devem ser aplicados nos genitais externos de ambos os parceiros.
A lubrificação na menopausa...
A mulher menopausada sofre uma serie de alterações no seu corpo que tendem a aumentar com o avanço da idade. Os sintomas apresentados, são as "ondas de calor", acompanhadas de rubor e transpiração, juntamente com o resecamento gradual da vagina normalmente acompanhado de coceira e sensação de queimação (vaginite atrófica). Outros sintomas com dores de cabeça, insônia, depressão, intolerância, tontura e outros, costumam acometer algumas mulheres, é importante procurar seu ginecologista expor seus problemas e sem inibição se adaptar a essa nova condição.
Nesse período da vida feminina, o desejo sexual pode ser afetado. Muitas mulheres continuam com libido intensa, entretanto se sentem pouco atraentes pelas mudanças ocorridas. Esses sentimentos contrários geram grande aflição, piorando muito a vida sexual. Atualmente existem diversos tratamentos para diminuir ou mesmo curar todos esses sintomas. O papel dos lubrificantes, não é de apenas aumentar a lubrificação e diminuir os sintomas locais. Eles são ferramentas, entre tantas outras indisponíveis, para que a mulher possa utilizá-los na recuperação da sua auto-estima e na melhora da qualidade de vida sexual.
A melhor maneira de se manter fisicamente e mentalmente saudável, é nunca deixar de praticar atividades físicas, mentais e sexuais.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Certo e errado nas posturas do dia a dia As formas como você dorme, levanta da cama, varre, lava a louça, vê televisão e usa o computador podem evitar dores nas costas


A dor nas costas é a líder absoluta em causas de afastamento no trabalho, segundo levantamento feito pelo iG Saúde no site do Ministério da Previdência Social. Em um ano foram mais de 160 mil licenças trabalhistas por esse motivo.
Outra pesquisa, realizada pela Pfizer, com 1400 brasileiros, também constatou prejuízo profissional em razão do incômodo.
Além disso, esse tipo de dor ocupa o terceiro lugar – só perdendo para dor de cabeça e a muscular – nas queixas do dia a dia, de acordo com o estudo Mapa da Dor, desenvolvido pela Research Internacional, com 1600 pessoas de sete capitais brasileiras, com idades entre 20 e 65 anos.
As dores nas costas podem ser resultado de movimentos e posturas inadequados, estresse, trauma, esforço repetitivo, excesso de peso, entre outras coisas.
Para não castigar ainda mais sua coluna no dia a dia, confira o infográfico com o certo e errado de situações cotidianas, com dicas do fisioterapeuta Carlos Wiering, especialista em RPG, ergonomia e esporte, de São Paulo. Confira!

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Uso de antirretroviral por pessoas sadias reduz transmissão do HIV

São Paulo - Uma dose oral diária de medicamentos antirretrovirais usados no tratamento da aids pode reduzir de forma eficaz a transmissão do vírus entre casais heterossexuais sorodiscordantes - em que apenas um deles tem o vírus HIV. É o que revelam dois novos estudos. Um deles é do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos e o outro foi financiado pela Fundação Bill & Melinda Gates e conduzido pela Universidade de Washington.

O primeiro estudo, coordenado pelo CDC, envolveu mais de 1,2 mil homens e mulheres em Botswana, na África. Metade dos voluntários tomou doses diárias do medicamento Truvada e a outra metade recebeu placebo. Os resultados demonstraram que apenas quatro das pessoas que foram medicadas com o Truvada contraíram o vírus, comparado com 19 que receberam o placebo. Isso significa que o medicamento reduziu o risco de infecção em aproximadamente 78%.

O segundo estudo, da Universidade de Washington, foi feito no Quênia e em Uganda com 4,7 mil casais. Os parceiros não infectados pelo HIV foram alvo de três abordagens: um grupo recebeu doses de Truvada, outro tomou outro remédio (Viread) e o terceiro tomou placebo. Nesse caso, ocorreram 13 infecções pelo HIV entre os medicados com o Truvada, 18 entre os que tomaram o Viread e 47 entre os que ingeriram o placebo. Assim, os comprimidos reduziram o risco de infecção de 62% a 73%.

?São resultados animadores. Agora temos conclusões de dois estudos que mostram que a profilaxia pré-exposição pode ser usada por heterossexuais, que são a população mais atingida pelo HIV em todo o mundo?, afirmou Kevin Fenton, diretor do CDC. Pesquisas realizadas anteriormente com casais homossexuais também haviam demonstrado bons resultados no uso da profilaxia pré-exposição. Uma delas, que teve participação do Brasil, envolveu homens que faziam sexo com homens e concluiu que a proteção da infecção foi de 73%.

No Brasil, o Ministério da Saúde diz que os resultados dos dois estudos precisam ser analisados com cautela, antes de se tornarem efetivamente uma medida de saúde pública. Marcelo Araújo de Freitas, gerente da coordenação de cuidado e qualidade de vida do Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais do ministério, diz que os dados são muito novos e que ainda não é possível extrapolar os resultados para a população.

Um dos pontos questionáveis, diz Freitas, é que os pesquisadores trabalharam com grupos que usaram o medicamento em ambiente controlado, de pesquisa. ?Nesses casos, há um intenso trabalho para adesão ao uso do preservativo e os pacientes fazem exames a cada 30 dias. Como vamos transportar essa metodologia para a vida real??, diz.

Freitas afirma também que o uso de remédios na prevenção do HIV pode causar a chamada desinibição sexual - que é uma falsa sensação de segurança. ?As pessoas podem ter a ideia errônea de que o uso do remédio dispensará o uso do preservativo. Por enquanto, é uma medida temerária, que pode ter um impacto negativo?, avalia. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

A vitamina que barra a anemia

Duas pesquisas nacionais levantam o moral da vitamina A: além de fazer bem à saúde da pele e dos olhos, ela é essencial no combate a essa doença do sangue

Basta falar de anemia que já se pensa em carência de ferro. "Afinal, as hemoglobinas, moléculas que transportam o oxigênio no sangue, são constituídas por ele", explica, logo de cara, Sandra Fátima Menosi Gualandro, professora de hematologia e hemoterapia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, a USP. Portanto, sem o famoso mineral que participa do transporte de oxigênio, literalmente falta ar para as células trabalharem, o que costuma resultar em tonturas, abatimento e até palpitações. Entretanto, essa estrela não faz todo o seu show sozinha — muito longe disso.

Na Universidade de Brasília (UnB), a nutricionista Fabiani Beal observou que, em ratos, a ausência de vitamina A implica menos ferro no sangue. O trabalho é tão contundente que será publicado no British Journal of Clinical Nutrition, um dos principais periódicos científicos da área de nutrição. Durante o estudo, Fabiani constatou que a tal vitamina interfere em genes que ativam a produção de substâncias envolvidas no metabolismo do ferro. Só para citar um exemplo, privar-se da protagonista desta reportagem culmina em uma produção enorme do hormônio chamado hepsidina. "Quando há excesso dessa substância, o organismo entende que há pouco ferro disponível e, então, o retém nos tecidos, impedindo seu aproveitamento na corrente sanguínea", explica Fabiani. Traduzindo: a falta de vitamina A impede que o mineral seja bem utilizado, mesmo quando o cardápio está cheio dele.

"O paciente precisa investigar a verdadeira causa da anemia. Não adianta ficar suplementando a alimentação com ferro sem tratar outras eventuais deficiências nutricionais", alerta Fernanda Ribeiro Rosa, nutricionista da UnB que averiguou justamente os potenciais efeitos nocivos de uma carga elevada do mineral combinada com pouca vitamina A. A descoberta é preocupante: o quadro acima, em que o ferro vai se acumulando cada vez mais nos tecidos, resulta em um aumento no corpo de radicais livres, moléculas instáveis que aceleram o envelhecimento e contribuem, entre outras coisas, para o aparecimento de males como diabete e câncer.

Como não adianta encher o prato com fontes de ferro sem se preocupar em ingerir a quantidade correta de vitamina A, procure ter uma alimentação variada em todas as refeições. "As carências nutricionais quase sempre estão associadas entre si, ampliando e potencializando as consequências ruins de uma deficiência isolada", reforça o pedido Abykeyla Tosatti, nutricionista da Universidade Federal de São Paulo.

O consumo diário deve ser de 900 microgramas de vitamina A para os homens e de 700 para as mulheres. "É possível alcançar uma ingestão adequada com alimentos como fígado bovino e ovos", exemplifica o nutricionista Alexandre Rodrigues Lobo, pesquisador do Laboratório de Minerais em Alimentos e Nutrição da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP. E, vale destacar, alimentos de origem animal costumam ser os campeões em concentração desse nutriente tão procurado.

Só que não dá para se valer do fígado e do ovo todo santo dia — principalmente se você é vegetariano ou se não aprecia o sabor dessas opções. A solução é, de novo, diversificar e apostar em vegetais como a cenoura, a abóbora, a manga, o damasco, o caqui e até as folhas verdeescuras. "Consumindo de cinco a oito porções de frutas, legumes e verduras por dia, você certamente atingirá os valores adequados", garante a nutricionista Fabiani Beal. Para potencializar a absorção da vitamina A desses vegetais, procure comê-los junto com uma pitada de gordura, de preferência insaturada — azeite na receita é sempre uma boa pedida para ajudar o organismo a aproveitá-la. E o melhor: a vitamina A não se perde durante o cozimento, o que amplia as opções do seu cardápio, não é mesmo?

A vitamina C também tem papel superimportante no combate à deficiência de ferro. Isso porque ajuda o intestino a, digamos, sorver melhor o mineral e, depois disso, enviá-lo para dentro das artérias. Por isso, é fundamental investir rotineiramente em alimentos ricos nesse nutriente no café da manhã, no almoço e no jantar. Quer uma prova de que isso não é nada complicado? Um suco de acerola, assim como uma laranja ou um caju, serve como ótimo complemento a qualquer hora do dia.

outro aliado contra a anemia: um carboidrato Novas pesquisas sugerem que o frutooligossacarídeo, ou FOS, uma espécie de carboidrato, mas que atua de forma semelhante a uma fibra, também abre as portas dos vasos para a entrada de ferro. "Ensaios no nosso laboratório mostram que o frutooligossacarídeo acelerou a recuperação da anemia em animais", destaca o nutricionista Alexandre Lobo. "Essa substância é encontrada na cebola, no alho e em raízes tuberosas", exemplifica.

Além disso, fique atento aos níveis de ácido fólico e de vitamina B12. Quando estão em falta, há um aumento do risco de um tipo de anemia que ganhou a alcunha de megaloblástica — e, nesse caso, o problema não tem relação direta com o ferro. Na realidade, doses baixas desses benfeitores afetam a saúde dos glóbulos vermelhos em si, também conhecidos como hemácias. "Na ausência desses nutrientes, essas células morrem depressa, sem dar tempo ao corpo de repô-las a contento", constata Fabiani Beal. E, como a hemoglobina vive dentro dos glóbulos vermelhos, o transporte de oxigênio fica comprometido.

Para evitar essa forma de anemia, abasteça a geladeira com abacate, aspargo, espinafre e feijão-preto, todos lotados de ácido fólico. E, no caso da B12, reserve um espaço ao fígado — de novo ele! —, assim como à batata e a farinhas fortificadas. Com a cozinha repleta de opções saudáveis como essas, dá para variar o menu consideravelmente, mantendo sempre o sangue em sua composição ideal.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Campinas registra duas suspeitas de contaminação pela bactéria E.Coli

As pessoas que apresentarem esses sintomas depois de uma viagem internacional, devem procurar assistência médica


A cidade de Campinas, em São Paulo, tem dois casos suspeitos de contaminação da bactéria E.Coli. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde da cidade, os dois pacientes voltaram da Europa no dia 11 de junho e apresentaram os primeiros sintomas no último dia 14. As autoridades de saúde aguardam o resultado do exame laboratorial para confirmar ou descartar a suspeita. Os pacientes passam bem e não estão internados.
A doença causa cólicas abdominais e forte diarréia, muitas vezes com sangue. A transmissão ocorre pelo consumo de alimentos contaminados crus ou mal cozidos. Outra possibilidade é o contágio por via fecal-oral (quando alguém ingere água ou alimentos contaminados por micropartículas de fezes de pessoas infectadas ou quando uma pessoa leva à boca objetos contaminados). É fundamental manter hábitos diários de higiene, como lavar as mãos antes das refeições; depois de usar o banheiro e do contato com animais; e antes de preparar, servir ou tocar os alimentos. As pessoas que apresentarem esses sintomas depois de uma viagem internacional, devem procurar assistência médica.
O Ministério da Saúde recomenda que pessoas em viagem internacional, principalmente aos países da Europa e aos Estados Unidos, não devem comer alimentos crus, sobretudo vegetais e produtos de origem animal. Não há nenhuma recomendação de restrição de viagem e é importante seguir as orientações das autoridades de saúde do país visitado.
Situação atual. Até 24 de junho, foram registrados 3.836 casos de infecção pela E.coli, com 45 mortes - de acordo com o escritório regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) na Europa. A Alemanha contabiliza 43 óbitos e concentra 97% das infecções, com 3.717 casos. O restante dos casos ocorreu na Áustria, Canadá, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Grécia, Holanda, Luxemburgo, Noruega, Polônia, Reino Unido, Suíça e Suécia.


Segundo a OMS, a maioria dos casos ocorridos fora da Alemanha, incluindo os dos Estados Unidos, está vinculada a pessoas que estiveram no país europeu, especialmente no Norte, na região da cidade de Hamburgo.
Cinco recomendações básicas para consumo e preparo de alimentos
1- Consumir apenas água potável e alimentos bem lavados;
2- Manter a limpeza durante o preparo dos alimentos;
3- Separar alimentos crus de cozidos (durante o preparo);
4- Cozinhar completamente os alimentos (acima de 70o C);
5- Manter os alimentos em temperaturas seguras

sábado, 18 de junho de 2011

Governo muda regras para tratamento da gripe suína

Médicos devem dar antiviral para pessoas do grupo de risco após os primeiros sintomas

Diante da chegada do inverno e da tendência de aparecimento de novos casos de gripe H1N1, conhecida popularmente como suína, o Ministério da Saúde ampliou a recomendação do uso do antiviral oseltamivir entre pacientes com a doença.

Agora, todos que apresentem fatores de risco devem tomar o remédio a partir do aparecimento dos primeiros sinais. O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, diz que “essas pessoas não devem esperar os sintomas se agravarem ou a confirmação laboratorial”.

Além disso, qualquer pessoa que apresente sinais de síndrome respiratória aguda deve tomar a droga - independentemente de quando os primeiros sintomas apareceram.

Pela recomendação anterior, o início do tratamento somente era permitido até 48 horas contadas a partir dos primeiros sinais da infecção. Moradores de instituições fechadas (como asilos) e portadores de doenças crônicas que não tenham sido vacinados deverão também tomar o remédio quando tiverem contato com outra pessoa infectada.
Embora descarte a possibilidade de uma epidemia de gripe H1N1, Barbosa reconhece o risco de aparecimento de pequenos grupos com pessoas infectadas pelo vírus em pontos isolados do país. Neste ano, foram registrados dez casos graves no Rio Grande do Sul. Nesta quinta-feira (16), mais uma morte foi notificada no Estado, aumentando para quatro o número de casos fatais este ano. Além disso, outras 19 infecções foram identificadas no Acre, nenhum deles grave.
Barbosa diz que “houve casos isolados no Chile, México e Venezuela”.

– Não descartamos a possibilidade de que no Brasil haja pacientes com a infecção sem ser identificados
A nova recomendação, feita depois de discussão com médicos especialistas, foi apresentada para representantes de Estados e municípios. Secretarias locais foram aconselhadas a fazer um levantamento dos estoques do remédio.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Fiscais apreendem 600 quilos de carne na Feira do Bueiro


EUNÁPOLIS - Cerca de 600 quilos de carne de origem clandestina foram apreendidos por volta das 21h desta quinta-feira (9) na Feira do Bueiro, no bairro Gusmão, em Eunápolis.

O açougueiro foi flagrado por fiscais da Vigilância Sanitária e da ADAB quando descarregava o produto. Ele e o motorista do caminhão que fazia o transporte fugiram. O veículo foi abandonado. A operação teve o apoio da Polícia Militar.

O médico veterinário Eudes Mezedini (ouça no play acima), inspetor da Vigilância Sanitária municipal, informa que o produto é oriundo de duas rezes. ‘Esses animais, de origem desconhecida, foram abatidos de maneira imprópria. Essa carne pode trazer inúmeros riscos à saúde do consumidor e por isso foi apreendida, conforme prevê a portaria 304 do Ministério da Agricultura’, informa.

O inspetor informou ainda que o açougueiro será processado criminalmente e alerta para a população para o risco de se consumir carne sem certificação.

Mas o abate clandestino de gado em Eunápolis ocorre em larga escala por falta de fiscalização do órgão competente, a Adab, conforme vem denunciando o único frigorífico da cidade, que no mês passado foi obrigado a demitir 10 funcionário. A empresa alega que o seu faturamento vem caindo devido à concorrência com os abates clandestinos de animais.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010



O QUE É A HASENÍASE?

É uma doença que atinge a pele e os nervos dos braços, mãos, pernas, pés, rosto, orelhas, olhos e nariz.
O tempo entre o contágio e o aparecimento dos sintomas é longo. pode variar de 2 a até mais de 10 anos .
A hanseníase pode causar deformidades físicas, que podem ser evitadas com o diagnóstico no início da doença e o tratamento imediato.
As pessoas em tratamento podem levar uma vida normal no trabalho, na família e na sociedade.

COMO SE TRANSMITE A HANSENÍASE?

A hanseníase é transmitida por meio das vias respiratórias: tosse e espirro. A principal fonte de transmissão da doença é a pessoa doente que ainda não recebeu tratamento medicamentoso.
A hanseníase não se passa por abraços, aperto de mão e carinho. Em casa ou no trabalho, não é necessário separar as roupas, os pratos, os talheres e os copos.

COMO SEI QUE ESTOU COM HANSENÍASE?

Olhe para o seu corpo e procure observar, nos braços e mãos, nas pernas e pés, no rosto, nas orelhas, nas costas, nas nádegas, os sinais e sintomas da doença.
Uma ou mais manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas em qualquer parte do corpo com diminuição ou perda da sensibilidade ao calor, à dor e ao tato.
Caroços e inchaços no corpo, em alguns casos avermelhados e doloridos, engrossamento do nervo que passa no cotovelo, levando à perda da sensibilidade e/ou diminuição da força do quinto dedo.
Dor e sensação de choque, fisgadas e agulhadas ao longo dos nervos dos braços, mãos, pernas e pés. áreas com diminuição dos pêlos e do suor.

COMO SE TRATA A HANSENÍASE?

O tratamento da hanseníase é feito nos serviços de saúde. Pode durar de 6 a 12 meses, se seguido corretamente.
Os comprimidos devem ser tomados todos os dias em casa e uma vez por mês no serviço de saúde.
Também fazem parte do tratamento de hanseníase os exercícios para prevenir as incapacidades e deformidades físicas, as orientações da equipe de saúde.
As pessoas atingidas pela hanseníase que apresentam mãos, pés e olhos insensíveis ou atrofias devem adotar medidas e cuidados especiais no seu dia-a-dia.
As pessoas que moram com alguém que recebeu o diagnóstico de hanseníase devem ser examinadas nos serviços de saúde e orientadas para reconhecer os sinais e sintomas da doença.


PARA SABER MAIS, LIGUE 0800 61 1997 OU PROCURE AS EQUIPES DE SAÚDE DA FAMÍLIA OU O CENTRO DE SAÚDE MAIS PRÓXIMO. A HANSENÍASE TEM CURA EO TRATAMENTO E OS REMÉDIOS SÃO UM DIREITO SEU.

TELEHANSEN
0800 26 2001

WWW.SAUDE.GOV.BR