sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Homem é morto em ponte; Suspeita de assalto - Reportagem Radar 64 Eunapolis - BA
EUNÁPOLIS - Eronildo Garcia Leal, 40 anos, foi morto com um tiro no abdômen, por volta das 23h desta quinta-feira (9). O crime aconteceu na Rua Lomanto Júnior, logo após a ponte que liga os bairros Pequi e Moisés Reis, na Zona Norte de Eunápolis.
Moradores disseram apenas que ouviram dois tiros e não deram mais detalhes, como, por exemplo, se havia mais de um atirador ou se eles estavam de carro. O disparo que atingiu Eronildo foi à queima roupa e o outro acertou em uma mureta de concreto.
O delegado plantonista Valfredo Neto esteve no local, mas não conseguiu identificar nenhuma testemunha. O policial informou que não encontrou nenhum registro de passagem de Eronildo pela polícia.
A família acredita em assalto, já que Eronildo voltava pra casa depois de receber o salário do mês. Ele trabalhava de motorista em uma empresa terceirizada da Embasa e, antes de ir repousar, teria passado em um bar. O dinheiro não foi encontrado.
Eronildo era natural de Guaratinga e já tinha trabalho de agente comunitário comunitário de saúde. Ele era seperado e tinha três filhas, uma delas adulta.
Reportagem Radar 64 Eunapolis - BA todos os direitos reservados
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Motorista que denunciou milícia é assassinado
| RIO - A Divisão de Homicídios (DH) está investigando a participação de integrantes de uma milícia de Campo Grande numa série de assassinatos e ameaças de morte a testemunhas de crimes praticados pelo grupo paramilitar. Uma das vítimas, o motorista Leandro Baring Rodrigues, 24 anos, que chegou a ficar no Programa de Proteção à Testemunhas, foi assassinado na noite do último domingo, próximo à favela do Jacarezinho. Em 13 de setembro do ano passado, O GLOBO publicou uma reportagem revelando que mais da metade das testemunhas protegidas no Rio sofreram ameaças de milicianos e uma das vítimas ouvidas foi Leandro. Na época, ele denunciou que o Programa de Proteção à Testemunhas era ruim, pois não conseguia emprego para sustentar a família, além de as condições do esconderijo não serem adequadas. Por causa disso, ele resolveu sair do serviço de proteção. Ele chegou a dizer que tinha um "X" nas costas. Leandro era testemunha da morte do irmão dele, Leonardo Baring, numa chacina em 2008, cujos autores eram milicianos da Favela do Barbante, em Campo Grande. |
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